A apresentadora Angélica, conhecida por sua carreira na televisão brasileira, utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira, 21 de outubro, para revelar sua preferência de voto no segundo turno das eleições presidenciais de 2022. Em uma postagem, ela declarou que decidiu apoiar o candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), após refletir bastante e superar o receio de se posicionar publicamente diante do clima de intolerância nas redes sociais.
Angélica explicou que, inicialmente, sentiu medo de expressar sua opinião devido ao intenso ódio que observa nas plataformas digitais, onde muitas pessoas parecem prontas a julgar, condenar e atacar aqueles que pensam de forma diferente. Apesar do receio, ela afirmou que a mobilização de jovens nas ruas e nas redes sociais, defendendo suas causas e participando ativamente do debate político, foi fundamental para sua decisão. Ela destacou que essa movimentação demonstra esperança e força de uma geração que busca mudanças e uma sociedade mais justa.
A apresentadora ressaltou que sua decisão também foi influenciada pela observação do engajamento dos jovens, o que a motivou a se posicionar publicamente. Como mãe, ela afirmou que é inspirador ver essa geração se mobilizando, o que lhe dá coragem para não se deixar paralisar pela angústia e pelo medo de falar sobre suas convicções. Angélica também enfatizou que, apesar de seu voto, ela não se considera de esquerda ou de direita, reforçando sua posição de defesa de um país onde haja respeito, diálogo e cuidado mútuo.
Ela esclareceu ainda que não é petista, mas defende a ideia de alternância de poder, defendendo que o Brasil deve ser governado por quem tenha a melhor proposta para o país, independentemente de alinhamentos ideológicos tradicionais. Sua preocupação, segundo ela, é com o bem-estar social, incluindo as conquistas difíceis ao longo da história, além de pensar nas mulheres, crianças e na comunidade LGBTQIAPN+. Como mãe, Angélica afirmou que seu voto também reflete a esperança de um futuro mais respeitoso e acolhedor para seus filhos.
Ao concluir sua declaração, ela reforçou que sua escolha por Lula foi motivada por uma visão de país mais humano, onde as pessoas sejam tratadas com carinho e sem preconceitos. Ela reconheceu que sua decisão pode não ser compartilhada por todos, mas considerou importante divulgar os motivos que a levaram a votar no candidato, reforçando o papel de cada um na construção do debate político e na defesa de seus valores pessoais.






