Um homem de 31 anos morreu após um confronto com a Polícia Militar no bairro Manacás, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, neste domingo, dia 22 de fevereiro. O indivíduo possuía 37 registros criminais anteriores e era apontado pelas autoridades como integrante da organização criminosa Família A-R, grupo que surgiu sob a liderança de um criminoso conhecido como O Rebelde e se expandiu por Minas Gerais. O setor de inteligência da polícia informou que o homem estava voltando do Rio de Janeiro em um carro preto e que costumava andar armado devido a disputas com grupos rivais.
Os policiais localizaram o veículo e realizaram a abordagem. Uma mulher de 21 anos e um jovem de 19 anos, que estavam no carro e não possuíam passagens pela polícia, desceram com as mãos levantadas e foram tratados como testemunhas. O suspeito permaneceu no banco do veículo e, segundo o boletim de ocorrência, não seguiu as ordens dos militares. Ao sair do automóvel, ele sacou uma arma e a apontou para os policiais, que reagiram e dispararam contra ele. O homem foi levado para a UPA Santa Terezinha, mas morreu na unidade de saúde.
No local da abordagem, a polícia apreendeu uma pistola calibre 9 milímetros, um carregador com sete munições e a quantia de 2 mil reais. Posteriormente, os militares foram até a casa do homem em Santa Luzia, onde encontraram outra pistola, de calibre 380, com 17 munições em cima de uma televisão. O carro foi recolhido e a Corregedoria-Geral da Polícia Militar foi acionada para acompanhar os procedimentos relacionados aos policiais envolvidos no caso. A perícia técnica realizou os trabalhos de campo e a Polícia Civil ficará responsável pela investigação dos fatos.






