Por Oliveira Lima
Argentina e Espanha farão neste domingo a grande final da Copa do Mundo deste 2026, a maior da história. Maior em todos os sentidos. Publico, futebol, confirmação, decepção, quebras de recordes e tudo mais. Mas se a Argentina ganhar, haverá uma igualdade de mais dois recordes e um fato único: Uma nação, a Argentina: dois homens, Scaloni e Messi, que aliás têm o mesmo primeiro nome: Lionel.
A Seleção da Argentina poderá ser apenas a terceira seleção a conquistar o bicampeonato da Copa do Mundo de forma direta, ou seja, duas vezes seguidas, já que ela é a atual campeã. Até hoje, em 22 edições, apenas a Itália conseguiu tal feito, em 1934 e 1938, nas Copas da Itália e da França; a Seleção brasileira repetiu a façanha em 1958 na Suécia e 1962 no Chile. Se acontecer agora a conquista argentina, ela entra para este seleto grupo.
E o técnico da Argentina, Lionel Scaloni, pode fazer melhor ainda: ser apenas o segundo treinador a ganhar duas copas do mundo seguidamente. Ele é o atual técnico campeão. Até agora somente o italiano Vittorio Pozzo tem esta primazia, com as conquistas de 34 e 38. E melhor que a Argentina e Scalloni, pode ser Lionel Messi: poderá ser o primeiro homem a levantar a taça da FIFA duas vezes seguidas. Capitão argentino em 2022 no Catar, pode repetir o feito domingo que vem nos Estados Unidos.
Uma Seleção ganhar a Copa do Mundo é uma das coisas mais difíceis da humanidade; duas então, quase impossível. Um técnico ganhar uma Copa é o auge; imaginem o cara ganhar duas! Um jogador levantar a Taça da Copa do Mundo é um sonho; E o que dizer então desse jogador levantar duas e ainda por cima de forma sequencial. Históricos Scaloni e Argentina! E sem palavras para definir Messi. Resta apenas um jogo para a Argentina e dois argentinos virarem mais do que lendas.









