A influenciadora digital Maya Massafera surpreendeu seus seguidores ao compartilhar os efeitos colaterais de um peeling facial que realizou recentemente. Na quarta-feira, 15 de novembro, ela publicou uma imagem em que seu rosto aparecia visivelmente inchado, vermelho e com marcas de sangue, explicando que o inchaço poderia aumentar nos dias seguintes. Em um tom descontraído, Maya comentou: “Está de boa, relaxa. Só vai inchar um pouquinho. Gente, acho que meu rosto nunca inchou tanto em toda a minha vida sem fazer cirurgia. Fiz um peeling novo no rosto que ‘tira’ toda a sua pele e tem que machucar bastante porque depois vem uma pele nova”.
A influenciadora também se defendeu de questionamentos sobre a frequência com que realiza procedimentos estéticos. Ela revelou que, por ter iniciado sua transição de gênero mais tarde, aos 40 anos, sente a necessidade de fazer esses tratamentos para alcançar o resultado desejado em seu rosto. “O pior é que eu canso, mas eu sou uma mulher trans que ‘transicionou’ com 40 e poucos. Eu preciso fazer essas coisas porque quero ficar com o rosto lisinho. Tudo está como o esperado”, afirmou.
Na quinta-feira, 16 de novembro, Maya apareceu novamente nas redes sociais, com o rosto ainda mais inchado. Ela explicou que a médica responsável pelo seu tratamento não havia autorizado a utilização de uma câmara hiperbárica, um procedimento que poderia auxiliar na redução dos efeitos colaterais. “Quanto mais eu incho, melhor é, que mais colágeno produz. Por isso que, nos primeiros dias, ela pediu para eu não fazer anti-inflamatório porque ela quer que a minha pele inflame mesmo, porque daí ela regenera melhor”, disse.
Horas depois, Maya comunicou que a médica havia reconsiderado sua decisão e liberado a utilização da câmara hiperbárica, que também contribui para a regeneração da pele. Em um vídeo publicado na sexta-feira, 10 de novembro, a influenciadora revelou que havia realizado uma cirurgia para reduzir o tamanho de suas costas, com a remoção de 2 cm de cada lado. Ela explicou que o procedimento, que envolve a inserção de uma placa de 8 cm, resulta em um inchaço significativo na área da incisão e que a placa deverá ser removida somente após seis meses.
Maya destacou que essa cirurgia é comum entre mulheres trans nos Estados Unidos e na Tailândia, enquanto no Brasil é frequentemente realizada em vítimas de acidentes que sofreram fraturas na clavícula. Ela também mencionou que a operação possui um alto índice de satisfação entre mulheres trans, citando um estudo que aponta a cirurgia como uma das mais eficazes para a redução da disforia. “Eu, que era muito incomodada com as minhas costas, que tinha um corpo de triângulo invertido, agora eu tenho um corpo de triângulo normal”, concluiu Maya, enfatizando a importância do procedimento em sua jornada de transição.







