O candidato à Presidência da República em 2026 pelo partido Missão, Renan Santos, afirmou durante uma sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, nesta quarta-feira (26), que o Brasil precisa ampliar sua soberania militar e que, nos próximos 30 anos, o país deve possuir armas nucleares à disposição. Santos declarou que a posse de armas nucleares seria a melhor estratégia para defender a soberania nacional, sem, contudo, apresentar dados ou estudos científicos que sustentem essa posição.
Durante a entrevista, Renan Santos afirmou que, para que o Brasil se torne uma das cinco maiores nações do mundo, será necessário manter soberania sobre seu território e possuir capacidade militar suficiente para negociar em condições de força com outras potências globais, como Estados Unidos, Índia, Rússia e China. Segundo ele, esse avanço estratégico é fundamental para que o país possa estabelecer paridade de poder e influência no cenário internacional. “Se o Brasil quiser ser uma das cinco maiores nações do mundo nos próximos 30 anos, precisa ter soberania militar, discutir com as bombas atuais e se posicionar como uma potência”, declarou.
O candidato também relacionou o fortalecimento militar à capacidade de enfrentar desafios internos, como o crime organizado, bem como a liderança regional na América do Sul. Para Santos, um Brasil com poder militar reforçado estaria melhor equipado para combater o crime organizado e liderar a região sul-americana, além de possuir maior capacidade de negociação com países vizinhos. Ele afirmou que, no horizonte de três décadas, o país deve ser uma nação capaz de destruir organizações criminosas e exercer influência regional, além de estabelecer parcerias internacionais de força.
Renan Santos argumentou que a ausência de poder militar robusto deixaria o Brasil vulnerável a interesses externos, reforçando a necessidade de uma postura de força. Segundo ele, a submissão do país a projetos internacionais seria consequência de uma falta de capacidade de defesa própria. “Se o Brasil não quiser ser uma nação poderosa, será submisso a interesses externos”, afirmou, destacando que a força militar é um elemento essencial para garantir a autonomia nacional.
Questionado sobre a necessidade de armamento nuclear, Santos declarou que não precisaria de estudos científicos ou dados específicos para justificar sua posição. Ele afirmou que a existência de armas nucleares entre as principais potências mundiais já demonstra a importância desse tipo de armamento. Para ele, a realidade internacional mostra que as nações mais poderosas dispõem de armas nucleares e que essa posse é fundamental para que um país seja respeitado e tenha influência global. Santos afirmou ainda que a força política de uma nação está relacionada à sua capacidade de se proteger e de estabelecer paridade com as demais potências nucleares, sem a necessidade de fundamentar sua posição em dados científicos ou análises técnicas.








