Uma nova pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 31 de agosto, pelo instituto AtlasIntel revela que, em um cenário de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lideraria com 47,1% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) teria 42,6%. Os números indicam uma leve queda na preferência por Lula em relação ao levantamento anterior, realizado pelo mesmo instituto, quando o petista tinha 49,2%. Flávio Bolsonaro também apresentou uma pequena redução, passando de 42,9% para 42,6%.
O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 30 de agosto, com uma amostra de 5.014 pessoas em todo o Brasil, e apresenta uma margem de erro de 1 ponto percentual para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07972/2026.
Um dado relevante apresentado pelo estudo é o aumento do percentual de eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco ou nulo, que passou de 7,9% na pesquisa anterior para 10,3% nesta rodada. Essa elevação pode indicar uma maior volatilidade no eleitorado, que ainda não consolidou sua preferência para o eventual segundo turno.
Além do confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento também avalia cenários com outros candidatos. Em um possível duelo contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 46,6%, enquanto o ex-governador de Goiás registra 41%. Já em um confronto com Romeu Zema (Novo), o presidente soma 47%, contra 40,7% do adversário. Quando testado contra Renan Santos, representante da Missão, Lula lidera com 47,5%, enquanto o candidato registra 26%.
A pesquisa reforça a vantagem de Lula em diversos cenários de segundo turno, demonstrando sua posição de liderança na preferência do eleitorado. No entanto, a queda de apoio registrada na comparação com o levantamento anterior evidencia uma possível mudança no cenário político, que pode influenciar as estratégias dos concorrentes nas próximas semanas.
O contexto político brasileiro permanece marcado por incertezas, com o eleitorado ainda dividido e uma crescente parcela de votos em indecisos ou nulos. A evolução dessas intenções de voto será acompanhada de perto por analistas e candidatos, que buscam consolidar suas bases de apoio antes do momento decisivo das eleições.









