A Justiça de Minas Gerais decidiu que Marcélio Lima de Barros, acusado de matar um funcionário de uma concessionária no bairro São Luiz, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, será levado a júri popular. A intimação da decisão foi feita nesta segunda-feira (6), mas o despacho que pronunciou o réu é do último dia 31 de março.
O crime aconteceu em 28 de maio de 2024. Marcélio foi preso em flagrante suspeito de matar a tiros Alexandre dos Santos Queiroz, de 66 anos. O juiz Diego Gómez Lourenço, do 2º Tribunal do Júri Sumariante da capital, determinou que ele responda por homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo.
Durante a instrução do processo, exames de insanidade mental apontaram que o acusado era parcialmente incapaz de entender o caráter criminoso de seus atos. Desde setembro de 2025, Marcélio teve a prisão preventiva revogada por problemas de saúde. Ele está em liberdade, com monitoramento eletrônico, e aguarda o julgamento.
Câmeras de segurança da concessionária Mila Volkswagen flagraram o momento em que ele entrou armado e atirou contra Alexandre, que morreu na hora com diversos disparos nas costas e na cabeça. À polícia, Marcélio confessou e disse que o crime foi motivado por um desentendimento em 2022, relacionado a um conserto de carro feito pela vítima e que ele considerou malfeito.








