O espetáculo “Isso é um poema que transborda” chega às cidades de Belo Horizonte e Brumadinho ao longo de outubro, levando ao palco uma mistura de dança, música, memória e elementos da cultura popular afro-brasileira. A produção, que reúne as artistas intérpretes-criadoras Carol Santiago, Clara Lins, Luar Lapér e Vanessa Oliveira, busca explorar a ancestralidade e as tradições culturais por meio de uma linguagem artística que combina diferentes linguagens e expressões.
A primeira apresentação ocorre neste sábado, dia 3 de outubro, às 19 horas, no Teatro Raul Belém Machado, localizado no bairro Alípio de Melo, em Belo Horizonte. Após essa estreia, o espetáculo segue para Brumadinho, onde será apresentado no dia 18 de outubro, às 17 horas, no Tibá Centro de Movimento. A turnê termina na capital mineira, com uma sessão agendada para o dia 24 de outubro, às 15 horas, no Galpão 4 da Fundação de Arte e Cultura de Minas Gerais (Funarte MG), no centro da cidade. Todas as sessões são gratuitas e abrem espaço para diferentes públicos, promovendo acessibilidade por meio de recursos como Libras e audiodescrição.
< h2>Elenco, trilha sonora e elementos culturais
Além das quatro artistas principais, o espetáculo se apoia em uma variedade de linguagens para criar uma atmosfera envolvente e sensorial. A trilha sonora, composta por Gustavo Felix, é complementada por gravações realizadas em estúdio por Fred Mucci. A sonoridade incorpora instrumentos tradicionais ligados às manifestações populares brasileiras, como caixa de folia, gunga e patangome, tocados por Adriano de Alcântara e Souza, conhecido como Capitão Regente da Guarda de São Sebastião do Reinado de Nossa Senhora do Rosário. Essa combinação reforça a conexão do espetáculo com a cultura afro-brasileira e suas tradições musicais.
No aspecto visual, a produção conta com iluminação cênica assinada por Cris Diadorin Aguiar, com assistência de Hele, além de figurinos criados por Dayony Moura e manutenção das peças realizada por Caroline Manso. A integração de elementos visuais e cenográficos busca ampliar a experiência sensorial do público, reforçando a relação entre corpo, música e memória ancestral.
< h2>Documentação e acessibilidade
A produção também investe em registros audiovisuais, com trabalhos fotográficos de Christiano Castro e Luísa Machala, que visam ampliar o alcance da obra além do palco. A iniciativa valoriza a acessibilidade, oferecendo recursos como tradução em Libras, realizada pelo projeto BH em Libras com Dinalva Andrade, além de sessões com audiodescrição. Para pessoas com deficiência visual que desejarem conhecer previamente o espaço, há a possibilidade de solicitar o receptivo por e-mail, com orientação para chegar com antecedência de 30 minutos.
< h2>Informações práticas para o público
Em Belo Horizonte, a primeira apresentação acontece neste sábado, dia 3 de outubro, às 19 horas, no Teatro Raul Belém Machado, situado na Rua Leonil Prata, 53, no bairro Alípio de Melo. A segunda sessão na capital está marcada para o dia 24 de outubro, às 15 horas, no Galpão 4 da Funarte MG, na Rua Januária, 68, no centro. Em Brumadinho, o espetáculo será exibido no dia 18 de outubro, às 17 horas, no Tibá Centro de Movimento, localizado na Rua Um, 130, lojas 5 e 6.
A classificação indicativa é livre, e a entrada é gratuita em todas as sessões. Informações adicionais, incluindo detalhes de acessibilidade e orientações específicas, podem ser consultadas por meio do link divulgado pela produção.









