• BH 24 Horas
  • Contato
  • Home
  • Home 2
  • Home 3
  • Home 4
  • Home 5
  • Home 6
  • Política de privacidade
  • Política de privacidade 2
  • Últimas Notícias
  • WhatsApp
BH 24 Horas
Advertisement

BH 24 HORAS »

  • Últimas Notícias
  • Policial
    • Policial BH
    • Policial MG
  • Esportes
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Minas Gerais
  • NOVA SERTANEJA
  • Contato
Sem resultados
Ver todos
  • Últimas Notícias
  • Policial
    • Policial BH
    • Policial MG
  • Esportes
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Minas Gerais
  • NOVA SERTANEJA
  • Contato
Sem resultados
Ver todos
BH 24 Horas
Sem resultados
Ver todos
Home Ciência

Anfíbio marinho de quase 1 metro viveu no fundo do oceano há 237 milhões de anos

27/10/2026
Em Ciência
Tempo de leitura:3 minutos de leitura
0
WhatsappTelegramFacebookTwitter

Um anfíbio de quase 1 metro de comprimento viveu no fundo do oceano há cerca de 237 milhões de anos, no início da era dos dinossauros. A espécie, chamada Gerrothorax maritimus, foi identificada a partir de dois esqueletos quase completos encontrados na província de Guizhou, na China. O local era coberto pelo mar durante o período Triássico Superior e ficava a centenas de quilômetros das grandes massas de terra.

A descoberta surpreendeu os pesquisadores porque os fósseis não pertenciam a um peixe nem a um réptil, mas a um anfíbio adaptado a um ambiente completamente marinho. Os resultados do estudo foram publicados na revista Nature Ecology & Evolution nesta segunda-feira (26).

A presença de um anfíbio no fundo do oceano chama atenção porque a maioria desses animais depende de ambientes de água doce. Atualmente, menos de 2% das mais de 8 mil espécies de anfíbios conhecidas são resistentes ao sal. Nenhuma delas, porém, vive em ambientes totalmente marinhos, o que torna o G. maritimus um caso incomum na história evolutiva do grupo.

Estrutura óssea ajudava na adaptação ao ambiente marinho

Uma das principais características do animal era a existência de uma armadura óssea. Essa estrutura provavelmente funcionava como proteção contra predadores, mas também teria sido fundamental para que o anfíbio suportasse a vida no fundo do mar.

Nos anfíbios atuais, a pele exerce funções essenciais. Como é permeável, ela permite a respiração e a absorção de água. Por isso, sapos, rãs e pererecas não precisam beber água pela boca nem realizar as trocas gasosas exclusivamente por meio do sistema respiratório, já que conseguem executar essas funções através da pele.

Segundo Ryosuke Motani, autor correspondente do estudo, essa permeabilidade ajuda os anfíbios a respirar e a obter água, mas também os torna mais vulneráveis ao sal. Em contato com a pele, o sódio pode prejudicar os poros e dificultar as trocas gasosas necessárias à sobrevivência.

No caso do Gerrothorax maritimus, a carcaça óssea teria reduzido o contato direto da pele com a água salgada. Ao mesmo tempo, essa proteção impedia que o animal dependesse da pele para respirar. A espécie contava, então, com brânquias, estruturas comuns ao gênero Gerrothorax, que filtravam a salubridade da água.

O anfíbio também obtinha água pela boca. De acordo com as informações do estudo, o sal era filtrado pelo próprio sistema digestivo, uma adaptação que complementava o funcionamento das brânquias e permitia a permanência do animal no ambiente marinho.

Animal tinha corpo robusto e cabeça achatada

Os fósseis estavam em bom estado de conservação, permitindo aos pesquisadores analisar aspectos importantes da anatomia da espécie. O animal apresentava corpo robusto e cabeça achatada, características que provavelmente favoreciam sua alimentação no fundo do oceano.

Com quase 1 metro de comprimento, o G. maritimus era muito maior do que a maioria dos anfíbios atuais, que costuma medir entre 5 e 15 centímetros. Em relação à massa corporal, Motani afirma que a espécie provavelmente se aproximava de uma salamandra-gigante. A diferença é que as salamandras-gigantes têm o corpo alongado, enquanto o anfíbio pré-histórico possuía uma estrutura mais larga e robusta.

A forma do corpo e da cabeça também indica que o animal poderia capturar suas presas por sucção. A hipótese dos pesquisadores é que ele permanecesse imóvel no fundo do mar, aguardando a aproximação de outros animais. Quando uma presa entrasse em seu alcance, o anfíbio a sugaria rapidamente.

Motani comparou esse modo de alimentação ao mecanismo utilizado atualmente pelos tubarões-tapete. A descoberta, portanto, revela que um anfíbio de grandes dimensões conseguiu ocupar um nicho incomum no oceano e desenvolver adaptações específicas para sobreviver em águas salgadas durante o Triássico Superior.

Relacionado Posts

Ciência

Concentrações de CO₂, metano e óxido nitroso atingem recordes em 2025, alerta ONU

Ciência

Como diversificar o feed e reduzir a influência da bolha de opiniões nas redes sociais

Ciência

Estudo associa consumo de duas doses de álcool por dia a risco de morte de 1 em 25

0 0 votos
Classificação do artigo
Inscrever-se
Acessar
Notificar de
guest

guest

0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado

Mais lidas

  • Temporal que atingiu Minas causa maior impacto na rede elétrica desde 1952

    Temporal que atingiu Minas causa maior ‘apagão’ na rede elétrica desde 1952

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Zema diz que Lula ‘aplicou golpe à la Venezuela’ para se reeleger

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Obras provocam interdições temporárias na Fernão Dias, em MG, até sexta-feira

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Chuvas intensas podem afetar abastecimento de água em BH e outras 11 cidades

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Homem é preso após furtar viatura da Polícia Civil e causar acidentes durante fuga em MG

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0

Últimas notícias

Anfíbio marinho de quase 1 metro viveu no fundo do oceano há 237 milhões de anos

Governo estabelece indenização mensal de R$ 17,5 mil para Dilma por perseguição política na ditadura

Pátio Savassi terá oficina de baldinhos e caça aos doces no Halloween de 2026

Globo adia novamente beijo entre Mau Mau e Felipe em “Quem Ama Cuida”

BH 24 Horas

Redes Sociais

Mapa do Site

  • Agência Minas
  • América
  • Amirt
  • Ao Vivo
  • Atlético
  • Belo Horizonte
  • Betim
  • Brasil
  • Ciência
  • Contagem
  • Cruzeiro
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Eventos
  • Fala doutor: Saúde em dia com Doutor Aratti
  • Futebol
  • Grande BH
  • Impulsionando pessoas
  • Interior de Minas
  • Internacional
  • Minas Gerais
  • Noticias
  • Nova Lima
  • Policial
  • Policial BH
  • Policial MG
  • Politica
  • Previsão do Tempo
  • Saúde
  • Secom
  • Seleção Brasileira
  • Séries e Filmes
  • Sertanejo
  • Trânsito

Recentes

Anfíbio marinho de quase 1 metro viveu no fundo do oceano há 237 milhões de anos

Governo estabelece indenização mensal de R$ 17,5 mil para Dilma por perseguição política na ditadura

  • BH 24 HORAS
  • Últimas Notícias
  • Policial
  • Esportes
  • Minas Gerais
  • Nova Sertaneja
  • Contato

© 2023 BH 24 Horas | Todos os direitos reservados.

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
Sem resultados
Ver todos
  • BH 24 HORAS
  • Últimas Notícias
  • Policial
    • Policial BH
    • Policial MG
  • Esportes
  • Minas Gerais
  • Nova Sertaneja
  • Contato
wpDiscuz
0
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x
()
x
| Responder