A pesquisa Futura/Apex, divulgada nesta terça-feira (14), revelou que a avaliação negativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu para 42,9%. Este índice, que representa a porcentagem de entrevistados que classificam o governo como “ruim ou péssimo”, indica um aumento na reprovação em comparação ao levantamento anterior.
Em contrapartida, a avaliação positiva do presidente, que é definida pelos respondentes como “ótimo ou bom”, ficou em 38,6%. Além disso, 17,7% dos participantes da pesquisa consideraram o governo Lula como “regular”, enquanto 0,8% não souberam ou não quiseram opinar.
A pesquisa anterior, realizada em junho, mostrava que 41,4% dos entrevistados viam o governo Lula sob uma luz negativa, enquanto 39,8% o consideravam positivo. Naquela ocasião, 18% dos respondentes o avaliaram como “regular”, e 0,9% não souberam ou não responderam.
A pesquisa Futura/Apex também revelou que a desaprovação do presidente Lula atinge 49,7% da população, enquanto 46% dos entrevistados expressaram aprovação. Os 4,4% restantes não souberam ou não responderam à pergunta sobre a avaliação do governo.
No levantamento anterior, a desaprovação estava em 47,7%, com 49,6% da população aprovando a gestão do presidente. Naquela pesquisa, apenas 2,7% dos entrevistados não responderam.
A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 11 de julho e ouviu um total de 2.000 pessoas em todo o Brasil. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, tanto para mais quanto para menos, e a pesquisa possui um índice de confiança de 95%.
O estudo foi conduzido com recursos próprios do instituto Futura/Apex e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07294/2026. A análise das opiniões da população sobre o governo Lula é um indicativo importante para entender a percepção pública em relação às políticas e ações do atual governo, especialmente em um contexto político e econômico desafiador. As mudanças nas taxas de aprovação e desaprovação podem influenciar as decisões políticas e a estratégia de comunicação do governo nos próximos meses.









