A pastora e pré-candidata à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) pelo Partido Liberal (PL), Renata Vieira, foi protagonista de um episódio de agressão que ocorreu em sua residência, localizada no bairro Cabral, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram a pré-candidata discutindo com um homem que estava realizando a entrega de um sofá em sua casa. Durante a altercação, a pastora agride o homem com um tapa no rosto e, em seguida, lança uma pedra em sua direção.
De acordo com o Boletim de Ocorrência registrado pela vítima, que é Policial Rodoviário Federal, Renata Vieira demonstrou um comportamento “bem agressivo” antes mesmo do início da discussão. O policial relatou que, durante as agressões, a pré-candidata se identificava repetidamente como “deputada federal”. Testemunhas que presenciaram o incidente informaram à Polícia Militar (PM) que, em momento algum, o homem tentou agredir Renata, que se mostrava “agressiva” durante toda a ocorrência.
Em resposta aos acontecimentos, Renata Vieira divulgou uma nota em que afirma que o desentendimento teve início após o entregador reconhecê-la como pré-candidata. Segundo seu relato, a partir desse momento, ela começou a ser alvo de “ofensas e insinuações de cunho político”. A pastora contestou as imagens que circulam nas redes sociais, alegando que foi ela quem sofreu as agressões.
Ainda em sua declaração, Renata afirmou que acionou a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e que recebeu atendimento médico para tratar as lesões que, segundo ela, foram resultantes da confusão. Além disso, a pré-candidata mencionou que realizou um exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML) para documentar as agressões.
Na noite de sexta-feira, 17 de novembro, Renata Vieira publicou um vídeo, aparentemente em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Belo Horizonte, onde mostra hematomas que, segundo ela, foram causados pela situação de violência. A pré-candidata reiterou que se considera uma vítima de violência política, enfatizando que a agressão não foi apenas física, mas também de natureza política.
O incidente levanta questões sobre a segurança e o tratamento de figuras públicas em situações de conflito, especialmente em um período eleitoral, onde a polarização política pode intensificar tensões. A situação será acompanhada de perto, visto que a pré-candidata é uma figura em ascensão na política mineira e a repercussão do ocorrido pode impactar sua imagem e campanha.






