Uma família registrou o desaparecimento de Rafael Dias de Souza, de 37 anos, e do colega dele, Luiz Alexandre de Sousa Lima, após serem vistos pela última vez por volta das 18h desta sexta-feira (24) na lanchonete “Cê que sabe”, localizada na Serra do Cipó, na Região Central de Minas Gerais. Conforme o relato, o objetivo era ir a Morro do Pilar para realizar a instalação de um ar-condicionado em uma fazenda situada na mesma região. O último contato com a esposa de Alexandre ocorreu às 20h de sexta-feira (24), quando ele informou que ainda não havia chegado à propriedade. A família afirmou que, a partir desse momento, não houve mais retorno de contato com os dois.
O Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado na madrugada deste sábado (25). A reportagem tentou falar com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) para obter informações adicionais, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.
Detalhes da ocorrência e contexto
Rafael Dias de Souza, de 37 anos, e Luiz Alexandre de Sousa Lima, identificado apenas pelo segundo nome pelos familiares, estavam programados para realizar um serviço comum em áreas rurais: a instalação de um sistema de ar-condicionado em uma fazenda localizada no Morro do Pilar, município também situado na Região Central do estado. Segundo o relato da família, a dupla foi vista pela última vez na lanchonete mencionada, na Serra do Cipó, por volta das 18h de sexta-feira. A Serra do Cipó é conhecida pela mistura de áreas de conservação ambiental e propriedades rurais, região de difícil acesso em certos trechos, o que pode dificultar o contato em horários posteriores ao expediente normal de deslocamento.
Conforme as informações repassadas pelos familiares, o último contato com Alexandre foi realizado por volta das 20h de sexta-feira. Na ocasião, ele afirmou à esposa que ainda não havia chegado à fazenda para onde seguiriam, e a comunicação foi interrompida logo em seguida. A partir desse ponto, não houve novas mensagens ou ligações, o que motivou o registro do boletim de ocorrências e o pedido de colaboração de autoridades e da comunidade para localização dos dois homens.
Contexto institucional e status da apuração
O Boletim de Ocorrência foi registrado no sábado (25), o que indica que a família acionou a polícia civil logo após o falatório de que os homens não teriam chegado ao destino combinado. A reportagem manteve contato com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) para confirmar dados sobre o andamento das investigações, porém não houve retorno até o fechamento deste texto. Em casos de desaparecimento envolvendo trabalhadores que viajam para serviços em áreas rurais, as forças de segurança costumam adotar medidas de rastreamento, diligências em rotas de deslocamento e contatos com unidades da região para tentar localizar as pessoas desaparecidas.
Contexto regional
A Serra do Cipó, situada na região central de Minas Gerais, é uma área de relevo montanhoso com extensa rede de estradas rurais que conectam propriedades agrícolas a comunidades locais. Morro do Pilar, outro município da mesma região, abriga fazendas e propriedades que dependem de visitas técnicas para serviços humanos e de manutenção, como instalações elétricas, hidráulicas ou de ar-condicionado. Em cenários como esse, a comunicação entre trabalhadores e familiares pode ficar limitada, especialmente em áreas com cobertura de telefonia irregular ou em horários de menor circulação de veículos. Essas circunstâncias costumam aumentar a preocupação de familiares e acionamento das autoridades quando há atraso no retorno.
Desdobramentos esperados e apelos de apuração
Com a ausência de novas informações, as famílias de Rafael e Luiz Alexandre aguardam desdobramentos das autoridades para entender o que ocorreu após o horário de 20h de sexta-feira. O caso permanece sob apuração, conforme o registro do boletim de ocorrência, e não foram divulgados detalhes adicionais sobre possíveis indícios, locais de busca ou informações recebidas pela PCMG. A imprensa não recebeu, até o momento, confirmação de avanços ou de identificação de testemunhas, o que é comum em fases iniciais de investigações de desaparecimento.
Observações finais
Até o fechamento desta matéria, não houve confirmação de novos dados pelas autoridades competentes. As informações disponíveis permanecem centradas nos relatos da família, no horário de último contato e no registro do boletim de ocorrência. A PCMG não respondeu aos contatos da imprensa dentro do prazo estabelecido para o fechamento desta reportagem, o que impede, no momento, uma atualização oficial sobre as investigações ou sobre possíveis pistas que possam ter surgido desde o registro do BO.








