A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira, 27 de agosto, a apreensão e a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso de todos os produtos da marca Bunny. A medida, publicada no Diário Oficial da União, tem como objetivo coibir a venda de cosméticos que estavam sendo comercializados de forma irregular, sem o devido registro ou notificação junto à agência reguladora, procedimento obrigatório para produtos destinados ao mercado brasileiro.
Segundo a resolução da Anvisa, os cosméticos da marca Bunny estavam sendo vendidos principalmente por meio de plataformas online, em sites próprios, sem que os produtos tivessem passado pelo processo de avaliação sanitária exigido por lei. Essa etapa é fundamental para assegurar que os produtos atendam aos critérios de segurança, composição adequada e qualidade, elementos essenciais para garantir a proteção do consumidor. Sem essa avaliação, não há como verificar aspectos básicos como a segurança de uso, a composição química e a conformidade com as normas de saúde pública.
A proibição abrange todos os lotes produzidos, incluindo diferentes linhas de produtos da marca Bunny. Entre os itens afetados estão hidratantes, esfoliantes, géis de banho, sabonetes líquidos, sprays corporais e produtos utilizados para perfumar ambientes, como difusores e sprays de ambiente. A lista inclui também produtos com diversas fragrâncias e linhas temáticas, que eram comercializados tanto como itens de cuidados pessoais quanto para uso doméstico.
A Anvisa reforça a importância de os consumidores evitarem o uso de produtos não certificados, orientando que a compra de cosméticos seja feita apenas por empresas que possuam autorização sanitária e estejam devidamente registradas no órgão regulador. Essa recomendação visa prevenir riscos à saúde, uma vez que produtos sem o devido registro podem apresentar problemas relacionados à segurança, composição inadequada ou até mesmo riscos de reações adversas.
A agência de vigilância sanitária destaca que a regularização dos produtos é uma etapa essencial para garantir que eles atendam aos requisitos de qualidade e segurança previstos na legislação brasileira. A medida de apreensão e proibição busca proteger o consumidor e assegurar que o mercado de cosméticos funcione dentro do padrão legal e sanitário exigido pelo país. A Anvisa continuará monitorando o mercado para coibir práticas irregulares e reforçar a fiscalização de produtos que possam colocar em risco a saúde pública.









