O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou, nesta quinta-feira (10), que 164 municípios de Minas Gerais estão sob alerta laranja, indicando risco elevado de tempestades severas, ventos intensos e queda de granizo. A previsão é válida até às 23h59 desta mesma data. Além disso, outras 441 cidades do estado estão sob alerta amarelo, que representa perigo potencial, totalizando 605 municípios afetados por condições meteorológicas adversas na região.
De acordo com o órgão meteorológico, a previsão indica a ocorrência de chuvas com volumes que variam entre 30 e 60 milímetros por hora, ou entre 50 e 100 milímetros por dia. Essas precipitações podem vir acompanhadas de ventos fortes, na faixa de 60 a 100 km/h, além de possibilidade de queda de granizo. Tais condições aumentam o risco de interrupções no fornecimento de energia elétrica, danos às plantações, queda de árvores, alagamentos e outros transtornos relacionados a eventos climáticos extremos.
A presença de ventos intensos e chuvas volumosas reforça a necessidade de atenção e cuidados por parte da população. O Inmet recomenda que os moradores evitem se refugiar sob árvores, que podem ser derrubadas pelos ventos, e que desconectem aparelhos eletrônicos ligados à tomada, minimizando riscos de acidentes elétricos. Em caso de emergência, a orientação é acionar os órgãos de proteção civil, como a Defesa Civil, pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193.
A lista completa dos municípios mineiros sob alerta, tanto laranja quanto amarelo, está disponível ao final desta matéria. A situação meteorológica reforça a importância de monitorar as atualizações das previsões e seguir as orientações das autoridades para garantir a segurança de moradores, agricultores e demais cidadãos da região.
A abrangência do fenômeno revela a intensidade das condições climáticas previstas para Minas Gerais nesta quinta-feira, destacando a necessidade de precauções adicionais em áreas mais vulneráveis. O padrão de chuvas e ventos projetados pode impactar significativamente atividades diárias e a infraestrutura local, reforçando a importância de uma resposta rápida e coordenada por parte dos órgãos de proteção e defesa civil estaduais e municipais.







