O príncipe Harry e sua esposa, Meghan Markle, não deverão passar o Natal deste ano no Reino Unido, conforme informações divulgadas pelo jornal Daily Mail. O casal, que retornou à Inglaterra em agosto passado após seis anos de afastamento, planeja celebrar as festividades na Califórnia com seus dois filhos, o príncipe Archie, de sete anos, e a princesa Lilibet, de cinco. A decisão ocorre em meio a tensões familiares e conflitos recentes com membros da monarquia britânica, incluindo o rei Charles III e o príncipe William.
De acordo com uma fonte próxima à família, a intenção dos duques de Sussex é manter um perfil discreto durante o período natalino, evitando eventos tradicionais que costumam envolver a Família Real. Tradicionalmente, o monarca recebe membros da realeza na residência de Sandringham, em Norfolk, onde ocorre uma celebração que remonta a uma tradição iniciada por Eduardo VII em 1870. No entanto, fontes afirmam que Harry e Meghan preferem passar o Natal na Califórnia, onde residem atualmente, ou em Portugal, onde também possuem uma propriedade, buscando evitar o contato direto com o núcleo da monarquia britânica neste período.
A família de Meghan, incluindo sua mãe, Doria Ragland, de 70 anos, reside a menos de duas horas de carro de Montecito, na Califórnia, onde o casal mantém sua mansão. Essa proximidade facilita a permanência de Meghan com a mãe durante as festas de fim de ano. Além disso, há indicações de que Harry e Meghan pretendem passar as férias escolares e os recessos de meio de período na Califórnia ou em Portugal, buscando manter uma rotina mais reservada e evitar confrontos familiares no momento.
Em relação ao status oficial do casal, o rei Charles III enviou uma carta às autoridades do governo, militares e representantes do monarca reafirmando que Harry e Meghan continuam não sendo membros ativos da Família Real. Segundo o documento, eles permanecem como cidadãos particulares, sem direito a participar de compromissos oficiais ou funções representativas da monarquia. A comunicação reforça que o casal deixou de exercer funções públicas em nome do rei em janeiro de 2020, e que suas atividades filantrópicas continuam sendo de responsabilidade própria.
O comunicado também esclarece que as ações de caridade de Harry e Meghan são de caráter privado, sem envolvimento oficial da realeza, e que o trabalho voluntário realizado por eles é uma questão pessoal, sem vínculo formal com a instituição monárquica. Essa posição reforça a separação do casal em relação às atividades oficiais da Família Real, mesmo após o retorno ao Reino Unido e o breve período de reaproximação familiar.









