Tati Machado relembrou a perda gestacional do filho Rael e falou sobre a experiência da maternidade durante a participação na edição da última quarta-feira (28/10) do “Saia Justa”, do GNT. Grávida novamente, a apresentadora afirmou que vivenciou sentimentos ligados à maternidade mesmo sem ter conseguido conhecer o bebê e descreveu o impacto das expectativas criadas durante o período de luto.
“Eu senti a maternidade mesmo sem tê-la”, declarou Tati durante o programa. Em maio de 2025, quando estava com 33 semanas de gestação, o equivalente a oito meses, a jornalista descobriu que o bebê estava sem batimentos cardíacos. A perda aconteceu na reta final da gravidez e marcou profundamente a apresentadora e o marido, o cineasta e fotógrafo Bruno Monteiro.
Durante a conversa no sofá do “Saia Justa”, ao lado de Eliana, Bela Gil e Erika Januza, Tati explicou que a passagem do tempo também transformou a forma como imagina Rael. Segundo ela, o bebê que existe hoje em seu imaginário já não corresponde exatamente à imagem que tinha no momento da perda.
“O Rael, hoje, já teria um ano e meio, um pouco mais do que isso. E no meu imaginário, na minha… No que eu penso, ele não é o bebê que eu vi. Ele está crescendo também. Então você imagina: ele está crescendo. Então como isso é impactante, também muda. Então é muito dessa expectativa que nunca vai bater muito com a realidade”, relatou.
A apresentadora também destacou que a maternidade esteve presente em sua experiência, apesar de não ter convivido com o filho. O relato foi feito enquanto ela se despedia da atual temporada do programa e vivia uma nova etapa familiar ao lado de Bruno.
Atualmente, Tati Machado e o marido aguardam a chegada de Rafael. Em um vídeo exclusivo enviado ao portal LeoDias no final de setembro, os dois falaram sobre o momento atual e sobre a expectativa pelo nascimento do herdeiro. Na ocasião, a jornalista comentou as cobranças sociais enfrentadas por casais que estão juntos há muitos anos e ainda não têm filhos.
“Quando você vê um casal que está junto há tanto tempo, 15 anos, a sociedade mesmo já se questiona: ‘Ah, mas não tem filho?’. E hoje em dia a gente está vendo, especialmente mulheres, optando por terem filhos mais velhos, por quererem focar no trabalho, na carreira e em outras experiências da vida”, afirmou.
Tati também disse que considera a nova gestação oportuna para a relação. De acordo com a apresentadora, os 15 anos de convivência contribuíram para que ela e Bruno se conhecessem melhor e amadurecessem como casal.
“Agora, vivendo isso depois de 15 anos, eu falo: ‘Nossa Senhora, também acho que é o melhor momento que podia ser’. Eu e o Bruno nos entendemos muito mais como casal hoje em dia. A gente se respeita muito mais, se conhece muito mais, se transformou”, contou.
Na preparação para a chegada de Rafael, o casal afirmou que já estabeleceu alguns acordos sobre a criação do filho. Entre eles está o compromisso de não desautorizar um ao outro diante da criança. Tati e Bruno também disseram que pretendem estabelecer uma rotina para o herdeiro desde os primeiros anos.








