Viviane Araújo, rainha de bateria da escola de samba Salgueiro, comentou nesta semana sobre a expectativa em relação à escolha do samba-enredo que representará a agremiação no Carnaval de 2027. A declaração foi feita durante uma entrevista concedida à repórter Katharine Alves, do portal LeoDias, no último sábado (12), em um evento realizado pela escola de samba. A artista ressaltou a importância do momento para a escola e avaliou a qualidade dos três sambas finalistas, destacando a disputa acirrada entre as composições.
Segundo Viviane Araújo, a noite da final do concurso de sambas representa uma espécie de início oficial dos preparativos para o próximo Carnaval, embora o trabalho de elaboração do enredo e dos detalhes do desfile comece imediatamente após o encerramento do Carnaval daquele ano. Ela explicou que, apesar de a escolha acontecer nesta fase, o planejamento para o desfile seguinte já está em andamento. “A gente já pensa em enredo, em projetos, em como será o próximo desfile, mesmo antes de terminar o Carnaval atual”, afirmou.
A rainha de bateria também destacou que a final do concurso de sambas serve como uma oportunidade de avaliação da receptividade do público às propostas que estão sendo consideradas. Ela afirmou que, nesta fase, a escola consegue perceber com maior clareza o impacto e o apoio que cada samba recebe, o que ajuda na tomada de decisão. “Hoje, a gente consegue sentir de verdade o termômetro, a força do que estamos propondo para o próximo Carnaval. Então, essa noite é muito especial para a escola”, declarou.
Sobre os sambas finalistas, Viviane evitou apontar um favorito entre as três obras que chegaram à etapa decisiva. Ela afirmou que a qualidade das composições é tão elevada que qualquer uma delas poderia representar a escola na avenida. “Fico muito feliz porque temos três grandes sambas na final. Qualquer um deles, acredito, será uma boa escolha para o nosso desfile de 2027”, comentou. A artista ainda observou que a torcida da escola está dividida entre as opções, mas que essa divisão é um reflexo da alta qualidade das composições. “Tem gente que prefere um, tem gente que prefere outro, mas isso é bom, porque demonstra o nível dos sambas que estamos considerando”, concluiu.








