Por Oliveira Lima
Oito eram os favoritos à conquista da Copa do Mundo deste ano em solo norte-americano, mas dois caíram na segunda fase, a pré-oitavas de final: um fiasco alemão(de novo) e a surpreendente queda da Holanda. Sobraram então quatro das seis seleções europeias, que ao lado dos sul-americanos, Argentina e Brasil, formam agora o sexteto que deve lutar pra valer pela Taça da FIFA.
No placar geral das Copas do Mundo, em 22 edições, os europeus vencem por 12 a 10 (Alemanha e Itália 4, França 2, Espanha e Inglaterra 1). Os sul-americanos têm (Brasil 5, Argentina 3, Uruguai 2). A matemática explica que sempre serão sete seleções europeias na briga (França, Espanha, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Portugal) e Itália, que nestas três ultimas copas não se fez presente. Em contra partida, somente duas seleções sul-americanas podem ganhar: Argentina e Brasil.
Devem fechar a segunda fase e entrar nas oitavas de final cinco postulantes pra valer: três europeus e dois sul-americanos. E a Inglaterra será o fiel da balança: Os criadores do futebol estão do lado B da tabela, justamente onde estão os únicos sul-americanos. A Inglaterra deverá pegar Brasil nas quartas e a Argentina na semifinal, disputando o título contra os do lado A: França, Espanha ou Portugal. Lembrando que estes dois últimos podem se encontrar logo agora nas oitavas de final. No caso a França os espera numa semifinal.
Sendo assim a Inglaterra pôr se o único europeu do lado B, chegando à final tornara a 23ª Copa do Mundo um vencedor do velho continente, pois do outro lado o A, estão somente os europeus. Sendo assim o mundo do futebol torce a favor ou contra os inventores do futebol, que não ganham uma Copa do Mundo há 60 anos.






