Duas meninas, de 7 e 9 anos, foram vítimas de um episódio de afogamento ocorrido na tarde deste domingo, 27 de outubro, na região de Várzea das Flores, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. As crianças, que não possuem vínculo familiar entre si, foram encontradas inconscientes por banhistas após ficarem submersas na lagoa local e receberam os primeiros socorros no local antes de serem levadas ao Hospital Regional de Betim.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 14h30, após receber informações de que as duas meninas haviam desaparecido na lagoa. Segundo relatos iniciais, as crianças ficaram alguns momentos submersas, o que levantou suspeitas de que estivessem em estado de afogamento. Pessoas que estavam no local, ao perceberem a ausência das crianças, iniciaram uma busca imediata pelas mesmas. Após alguns minutos de procura, as duas vítimas foram encontradas por outros banhistas e retiradas da água desacordadas.
As testemunhas relataram aos bombeiros que uma das meninas foi localizada primeiro, seguida pela outra, ambas apresentando sinais de parada cardiorrespiratória. Diante da gravidade da situação, os presentes iniciaram manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) enquanto aguardavam a chegada do suporte avançado de vida do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu, incluindo uma equipe de suporte avançado, realizaram as manobras de reanimação, que resultaram na retomada dos sinais vitais das duas crianças ainda no local.
Após a estabilização, as meninas foram encaminhadas ao Hospital Regional de Betim. A de 9 anos foi transportada por uma equipe do Samu, enquanto a de 7 anos foi levada pelo resgate do Corpo de Bombeiros, que contou com um médico a bordo. Segundo informações fornecidas até o momento, ambas chegaram à unidade hospitalar com pulso estabilizado, porém permaneciam inconscientes e sem sinais de retorno espontâneo da consciência. Ainda não há detalhes sobre o estado de saúde das crianças após a entrada na unidade hospitalar, uma vez que o Corpo de Bombeiros informou que não possui mais acesso às evoluções clínicas posteriores ao atendimento inicial.
Este episódio reforça a preocupação com a segurança em áreas de lazer próximas a corpos d’água, especialmente em locais de acesso público e sem fiscalização constante. O incidente também evidencia a importância da rápida intervenção de testemunhas e equipes de emergência para aumentar as chances de sobrevivência em casos de afogamento. As autoridades de saúde e segurança continuam acompanhando o quadro das vítimas, aguardando atualizações do hospital para fornecer informações mais detalhadas sobre a evolução do estado de saúde das meninas.









