Um homem de 30 anos foi morto por disparos de arma de fogo durante uma briga ocorrida no distrito de São Francisco de Humaitá, em Mutum, na região do Vale do Rio Doce, neste domingo (4), dia de eleição. O incidente aconteceu em uma praça do distrito, após uma discussão prévia entre a vítima e um homem de 29 anos, que resultou em troca de tiros e na morte do mais jovem no local.
Segundo informações da Polícia Militar (PM), os envolvidos já tinham tido um desentendimento anterior ao episódio, o que agravou a situação na ocasião. No momento do confronto na praça, ambos sacaram armas de fogo e efetuaram disparos, atingindo-se mutuamente. Em meio ao tiroteio, o homem de 29 anos, mesmo ferido, avançou contra a vítima que já estava caída no chão, iniciando uma luta corporal. Durante a briga, um terceiro indivíduo, supostamente primo do agressor, pegou uma das armas, um revólver calibre 38, que estava no chão, e efetuou diversos disparos contra o homem de 30 anos. Após os tiros, o suspeito ainda chutou a vítima e fugiu do local em seguida.
O corpo do homem de 30 anos foi localizado pela equipe da Polícia Militar ainda na praça, sem sinais de vida. O suspeito de 29 anos foi socorrido por equipes de emergência e levado ao hospital, onde recebeu atendimento médico inicial. Posteriormente, ele foi transferido para a cidade de Manhuaçu, localizada nas proximidades, onde permanece sob custódia policial. A ação policial resultou na apreensão de dois revólveres e seis cartuchos de munição, que foram recolhidos no local do crime. Até o momento do registro da ocorrência, o terceiro suspeito, que efetuou os disparos contra a vítima, não havia sido localizado ou preso.
A Polícia Militar informou que as buscas pelo terceiro envolvido continuam, e que as investigações estão em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do episódio. A violência ocorrida na praça do distrito de São Francisco de Humaitá evidencia o clima de insegurança na região, especialmente em datas de alta movimentação como o dia de eleição, quando há maior concentração de pessoas em locais públicos. O caso reforça a necessidade de ações de prevenção à violência e de maior atenção às disputas pessoais que podem evoluir para tragédias como esta.








