Um homem de 32 anos perdeu a vida por afogamento na tarde deste sábado (10 de outubro) no balneário Benedito Martins Leite, localizado na cidade de Santo Antônio do Rio Abaixo, na região Central de Minas Gerais. De acordo com informações fornecidas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, a vítima participava de uma brincadeira na água, simulando um afogamento, quando acabou se afundando e não conseguiu retornar à superfície, resultando em seu falecimento.
Segundo relatos de testemunhas ao Corpo de Bombeiros, o incidente ocorreu em uma área do balneário onde a profundidade estimada varia entre três e quatro metros. A testemunha contou que o homem estava nadando e, ao decidir fazer uma brincadeira de fingir que estava se afogando, começou a se afogar de verdade. Em determinado momento, ele desapareceu na água, levando à preocupação dos demais frequentadores do local. Os presentes imediatamente acionaram os bombeiros, que foram ao local às 14h34 para iniciar as buscas.
As equipes de resgate realizaram mergulhos na área indicada por testemunhas e, após várias tentativas, localizaram o corpo da vítima por volta das 17h50. A operação de busca foi conduzida com o apoio de mergulhadores especializados, que trabalharam durante o período de três horas e vinte minutos até localizar o homem.
Após a confirmação do óbito, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) foi acionada e compareceu ao balneário para registrar a ocorrência. Uma funerária foi também chamada para providenciar o transporte e os procedimentos de velório e sepultamento. Ainda não há informações oficiais divulgadas pelas autoridades sobre as circunstâncias exatas do incidente ou se há alguma investigação em andamento para apurar detalhes adicionais.
Este episódio reforça a importância de cuidados e supervisão adequada em ambientes aquáticos, especialmente em locais públicos como balneários, onde brincadeiras podem se transformar em tragédias. A ocorrência também evidencia o risco de brincadeiras de fingir se afogar, que podem se tornar perigosas, principalmente em áreas de maior profundidade ou com condições de visibilidade reduzida. Autoridades locais e órgãos de segurança continuam atentos às medidas de prevenção de acidentes em áreas de lazer aquático, reforçando a necessidade de atenção constante por parte de frequentadores e responsáveis.









