Um homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo na tarde desta terça-feira (3/11), durante uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-262, em Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com ele, os agentes encontraram um revólver calibre .32 e 16 munições.
A abordagem ocorreu no km 368 da rodovia. De acordo com a PRF, os policiais realizavam uma ronda pelo trecho quando deram ordem de parada ao motorista de um Volkswagen Tera. O condutor obedeceu à determinação e estacionou o veículo para a fiscalização.
Durante a verificação, os agentes localizaram a arma de fogo e as munições. O revólver apreendido é de calibre .32. A quantidade de munições encontrada no veículo era de 16 unidades.
Aos policiais, o motorista declarou que não tinha registro da arma. Ele também afirmou que o revólver pertencia ao avô. Segundo o relato apresentado durante a abordagem, o armamento era utilizado para circular por áreas de risco de Belo Horizonte.
A ausência de registro da arma levou à prisão do motorista por porte ilegal de arma de fogo. Ele foi detido em flagrante e encaminhado à Delegacia para os procedimentos previstos no caso.
A arma e as munições também foram apreendidas e encaminhadas à Polícia Judiciária de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O material deverá permanecer à disposição das autoridades responsáveis pela apuração da ocorrência.
Abordagem ocorreu durante ronda da PRF
A prisão foi realizada no contexto de uma fiscalização de rotina na BR-262. A equipe da Polícia Rodoviária Federal fazia o patrulhamento da rodovia quando identificou o veículo e determinou a parada. Após a obediência do motorista, a inspeção resultou na localização do revólver e das munições.
O caso foi registrado como porte ilegal de arma de fogo, conforme as informações divulgadas pela PRF. A prisão em flagrante, o encaminhamento do condutor à Delegacia e a remessa do armamento à Polícia Judiciária de Betim fazem parte das providências adotadas após a ocorrência.
As autoridades deverão analisar o material apreendido e os demais elementos relacionados à abordagem durante os procedimentos cabíveis. Até o momento, as informações divulgadas sobre o caso são de que o motorista não apresentou registro da arma e alegou que o revólver pertencia ao avô.








