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Até o momento, os detalhes sobre quem realizou o pagamento do voo do Gulfstream G400 (matrícula LV-JQW) estão sob apuração pelas autoridades. Contudo, informações de bastidores publicadas pela imprensa detalham como a viagem foi articulada: [1, 2]
- Intermediação Internacional: De acordo com o jornal argentino La Nación, a contratação do jatinho foi intermediada por um corretor de voos dos Estados Unidos. [1]
- Articulação Política: Os preparativos para o voo da Baires Fly começaram após um contato telefônico de uma pessoa próxima a Santiago Caputo, influente assessor do presidente argentino Javier Milei. [1]
- Suspeitas Financeiras Paralelas: Paralelamente, a Polícia Federal brasileira já investigava o risco de fuga do senador monitorando movimentações de contas associadas ao empresário e banqueiro Daniel Vorcaro. Investigadores buscam esclarecer se recursos ligados a esses operadores financeiros ou empresários patrocinaram a logística de saída do país. [1, 2]
- A Empresa em Foco: A Baires Fly S.A., proprietária do jato, também enfrenta investigações na própria Argentina devido a suspeitas de que faturas de serviços aéreos tenham sido utilizadas em esquemas de desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro envolvendo ex-aliados do governo loca
- Jatinho particular LV-JQW, um Gulfstream G400, da companhia aérea argentina Baires Fly. — Foto: Divulgação/Baires Fly







