Um homem de 31 anos foi preso em flagrante, na manhã de terça-feira (27), suspeito de matar a própria irmã, de 35, durante uma discussão em Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Segundo o boletim de ocorrência, o motivo do desentendimento teria sido a irritação do suspeito com a mulher, que, de acordo com o relato apresentado à polícia, não estaria realizando as tarefas domésticas na casa onde os dois moravam com a mãe.
O suspeito foi identificado como Lúcio Carlos Teixeira da Silva. Aos policiais, ele teria afirmado que estava incomodado com Carlúcia Teixeira da Silva porque ela não cumpria as tarefas diárias da residência. A discussão evoluiu para uma agressão, e Lúcio teria pegado um pedaço de madeira com aproximadamente um metro de comprimento e seguido atrás da irmã.
Conforme o relato de uma testemunha que presenciou o crime, Carlúcia tentou fugir do irmão, mas acabou caindo na rua. Nesse momento, ainda segundo o depoimento registrado no boletim de ocorrência, o homem atingiu a cabeça da vítima três vezes com o pedaço de madeira.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para prestar socorro. Quando os profissionais chegaram ao local, entretanto, Carlúcia já estava sem sinais vitais. A ocorrência foi registrada como uma morte provocada por agressões, e as circunstâncias do crime passaram a ser apuradas pelas autoridades policiais.
Após atingir a irmã, Lúcio teria retornado para a casa. Ele foi localizado no imóvel e preso em flagrante. Depois da prisão, o suspeito foi encaminhado ao Hospital Ester Faria de Almeida para receber atendimento médico.
O boletim de ocorrência também registra o relato de outro irmão do suspeito. De acordo com essa informação, Lúcio teria problemas de saúde mental. O dado foi incluído no registro policial, mas a matéria não informa se houve avaliação médica específica ou diagnóstico relacionado ao caso.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) investiga o crime. Até o momento, conforme as informações disponíveis, o homem permanece na condição de suspeito, e a prisão em flagrante deverá ser analisada pelas autoridades responsáveis. A investigação deve reunir os depoimentos, os registros do atendimento realizado no local e os demais elementos relacionados à morte de Carlúcia.









