O senador Flávio Bolsonaro (PL) utilizou suas redes sociais nesta semana para explicar a ausência no primeiro debate presidencial, realizado neste domingo, e reforçar suas críticas ao governo atual. Em um vídeo divulgado, ele afirmou que seu objetivo é debater com quem, na sua visão, está destruindo o Brasil e agravando a situação econômica e social do país. Segundo o candidato, sua prioridade é confrontar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem atribui responsabilidades por problemas enfrentados pelos brasileiros.
No vídeo, Flávio Bolsonaro declarou que deseja debater com quem acabou com o poder de compra dos cidadãos, endividou as famílias, sufoca as empresas e impede microempreendedores de prosperar. Ele criticou ainda o aumento de parcelamentos em compras cotidianas, como uma pizza, como símbolo do que classificou como uma política econômica que prejudica a população. Além disso, o senador afirmou que Lula não acredita em Deus, e que, caso seja eleito, um dos primeiros atos será declarar o Brasil como um estado cristão, reforçando sua oposição ao atual governo, que ele considera ter apresentado um projeto que já fracassou.
Flávio também fez menção aos inquéritos que envolvem o filho do presidente, Lulinha, citando investigações por tráfico de influência, corrupção e repasses ilegais. Ele destacou que as mensagens da Polícia Federal reveladas recentemente indicam um futuro de dificuldades para o filho de Lula, incluindo possíveis transferências para a Suíça, além de criticar o cotidiano de parcelamentos e sensação de insegurança dos brasileiros. Para ele, esses fatores demonstram que o projeto do governo Lula não tem mais viabilidade, pois “deu errado para você, cidadão”.
O senador reforçou que, ao contrário dos demais candidatos presentes no debate, seu adversário principal é o próprio Lula, a quem considera responsável pelo que chamou de destruição do Brasil. Flávio afirmou que os demais participantes, como Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante), não representam seus principais oponentes, reforçando que seu foco é o atual presidente e seu governo.
Ao encerrar o vídeo, Flávio apresentou suas propostas de governo. Ele criticou o alto gasto público e o aumento de impostos, defendendo uma política de cortes na burocracia, na corrupção e na carga tributária, que chamou de “tesouraço”. Segundo ele, o atual governo gasta demais, aumenta impostos para arrecadar mais, mas não consegue equilibrar as contas, resultando em endividamento que recai sobre o cidadão comum, como donas de casa e microempreendedores. Ele prometeu reduzir impostos sobre quem produz e eliminar atos normativos e decretos considerados excessivos.
Na área de segurança pública, o senador afirmou que pretende ampliar a liberdade de atuação da polícia e classificar as facções criminosas como organizações terroristas. Para ele, ações de combate ao crime devem priorizar a prisão de criminosos violentos e a manutenção deles fora de circulação, além de garantir respaldo legal às forças policiais, que atualmente enfrentam processos por suas ações.
Por fim, Flávio destacou que os valores de sua campanha — Deus, Pátria, Família e Liberdade — não são meramente slogans, mas princípios fundamentais de sua vida. Ele reforçou que seu objetivo é enfrentar o que chamou de “destruição do Brasil” pelo governo Lula e, em suas palavras, garantir uma vitória que permita tirar o país do “vermelho” e aliviar o peso das dívidas das famílias brasileiras.








