A defesa da diarista Paola Stefany Neto Cirino, acusada de matar um casal de idosos em Belo Horizonte, se pronunciou após a prisão na madrugada desta quinta-feira (2). O advogado Bruno Correia Lemos afirmou, em vídeo enviado à reportagem, que irá avaliar se irá pedir um exame de insanidade mental da suspeita.
Ele reforçou a versão da Polícia Civil e de familiares de que Paola possui problemas psicológicos e que buscava tratamento médico psiquiátrico. A defesa não recebeu documentos médicos que oficializem a condição, mas que irá realizar estudos técnicos para avaliar se ao longo do processo será formalizado o pedido.
“A Paola é uma mulher que possui um histórico pessoal extremamente conturbado, conforme foi dito pela própria Polícia Civil e também por alguns familiares da Paola, é uma pessoa que sempre buscou tratamento médico psiquiátrico, possui diagnóstico sensível relacionada à sua saúde mental
Em nota, Bruno lamenta o ocorrido e garante que irá atuar com absoluta responsabilidade e que confia no Poder Judiciário, ressaltando que ‘a responsabilidade deve decorrer exclusivamente da regular instrução processual, e não de julgamentos antecipados ou da repercussão do caso.
Confira a nota completa:
A defesa de Paola manifesta, antes de tudo, seu profundo pesar e solidariedade aos familiares das vítimas, reconhecendo a dor irreparável vivenciada por todos os envolvidos.
Pois bem! No que se refere à investigação, a defesa de Paola atuará com absoluta responsabilidade, observando rigorosamente os princípios constitucionais da ampla defesa, do contraditório e do devido processo legal.
As razões defensivas serão apresentadas no momento processual oportuno, com base nos elementos constantes dos autos e nas provas que vierem a ser produzidas, sempre com respeito às instituições e à atuação das autoridades competentes.
Neste momento, a defesa reafirma sua confiança no Poder Judiciário e ressalta que qualquer conclusão acerca da responsabilidade da investigada deve decorrer exclusivamente da regular instrução processual, e não de julgamentos antecipados ou da repercussão do caso.









