O ex-treinador da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira, 83 anos, apresentou melhora no quadro clínico e foi transferido da Unidade de Terapia Intensiva para a unidade semi-intensiva do Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, no Rio de Janeiro, conforme comunicado oficial da instituição.
De acordo com o hospital, o paciente permanece traqueostomizado, lúcido, colaborativo e com a função renal estabilizada. O diagnóstico continua sendo inflamação pulmonar, e Parreira está internado desde o dia 16 de junho.
O comunicado ressalta que ele continua sob acompanhamento do pneumologista intensivista Arthur Vianna, além da equipe assistencial e multidisciplinar do hospital. A presença de uma equipe multidisciplinar é comum em casos de internação de pacientes com quadros respiratórios complexos, envolvendo médicos especializados, enfermeiros, fisioterapeutas e demais profissionais para monitorar a evolução clínica, ajustar tratamentos e assegurar a segurança do cuidado durante a transição entre as unidades.
O Hospital Samaritano Barra informou, em nota oficial, que Parreira recebeu alta para a unidade semi-intensiva e continua apresentando melhora clínica no seu quadro global. A instituição reitera que o paciente permanece traqueostomizado, lúcido, colaborativo e com função renal estabilizada. Parreira está internado desde 16 de junho, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com diagnóstico de inflamação pulmonar, e segue sendo acompanhado pela equipe liderada pelo pneumologista intensivista Arthur Vianna e pela equipe assistencial e multidisciplinar do hospital.
A transferência para a unidade semi-intensiva, conforme o quadro clínico descrito pela instituição, costuma indicar avanços no manejo de condições respiratórias que exigem monitoramento próximo, sem a gravidade típica da UTI, mas com necessidade contínua de suporte e vigilância médica. No caso de Parreira, o comunicado enfatiza que a evolução tem sido positiva, com sinais de recuperação que justificaram a realocação para uma unidade com menor nível de complexidade, mantendo, porém, acompanhamento especializado. A situação envolve, ainda, a necessidade de suporte contínuo a vias aéreas e monitoramento renal, elementos que permanecem estáveis segundo a atualização publicada pela instituição.
O desfecho clínico recente é relevante não apenas do ponto de vista médico, mas também pelo perfil público do paciente, cuja carreira no futebol brasileiro é amplamente reconhecida. A comunicação oficial do hospital reforça a continuidade do cuidado, com a mesma linha de acompanhamento apresentada desde o início da internação, destacando o papel da equipe médica e multidisciplinar na supervisão do tratamento até o estágio em que a recuperação permita a progressiva diminuição do nível de intervenção médica direta. A data de internação permanece marcada pelo dia 16 de junho, quando Parreira passou a receber atendimento na unidade de terapia intensiva, em função do quadro de inflamação pulmonar que o levou a ficar sob vigilância intensiva. A equipe clínica, guiada pelo pneumologista intensivista Arthur Vianna, continua a monitorar de perto a evolução do quadro, bem como a resposta ao tratamento e a estabilidade de função renal e estado neurológico, que se mantêm em condições controladas e compatíveis com a continuidade do tratamento na semi-intensiva.







