Na noite desta quarta-feira (4), um ataque a tiros no bairro Jardim Alvorada, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, resultou na morte de um homem de 30 anos e de uma mulher de 31 anos, além de deixar uma idosa de 64 anos ferida. Os detalhes do episódio indicam que as vítimas eram primos, e que o incidente ocorreu por volta das 21 horas, quando um veículo branco se aproximou do imóvel onde eles residiam.
De acordo com informações da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), equipes foram acionadas por moradores que ouviram os disparos. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o homem de 30 anos já sem vida, apresentando um grave ferimento na cabeça, com perda de massa encefálica, além de lesões no rosto, o que dificultou a identificação de quantos disparos ele havia recebido. A mulher de 31 anos foi localizada consciente, porém gravemente ferida, com tiros no abdômen e nos membros superiores e inferiores. Ela foi imediatamente socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e veio a falecer durante o atendimento hospitalar. Ela deixa três filhos.
A terceira vítima, uma idosa de 64 anos, reside no mesmo lote em que os dois jovens mortos. Segundo relatos da polícia, ela foi atingida por disparos após tentar escapar do ataque. Testemunhas informaram que o veículo branco parou em frente ao imóvel, e que um dos ocupantes desceu do carro enquanto o outro fazia o retorno do veículo. Nesse momento, o suspeito começou a atirar contra as vítimas. A idosa conseguiu correr para dentro do lote, mas foi perseguida pelo atirador, que efetuou novos disparos atingindo sua perna esquerda. Em seguida, o suspeito voltou a atirar contra a mulher de 31 anos, que acabou morrendo horas após ser levada ao hospital.
A Polícia Militar relata que familiares das vítimas informaram que o homem de 30 anos tinha desentendimentos com outro indivíduo, apontado como líder de uma organização criminosa e suspeito de envolvimento em outros homicídios na região. Ainda não há informações sobre a identidade do suspeito ou possíveis motivações para o ataque.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está responsável pelas investigações. Até o momento, nenhum suspeito foi detido, e as circunstâncias exatas do crime ainda estão sendo apuradas. As autoridades continuam buscando pistas que possam levar à autoria e esclarecer os motivos que levaram a essa onda de violência na região da Pampulha.








