A cantora Ana Castela, conhecida por sua carreira no sertanejo, compartilhou detalhes sobre sua experiência ao ingressar no elenco da novela “Coração Acelerado”, da Rede Globo, na qual interpretou uma versão de si mesma e participou da abertura com a música “Olha Onde Eu Tô”. Mesmo habituada a se apresentar diante de grandes públicos em shows, Ana enfrentou uma fase de insegurança e nervosismo ao iniciar as gravações, especialmente por não saber exatamente como se sairia diante das câmeras.
Em entrevista ao gshow, a artista relatou que chegou ao set de filmagem sem certezas de que seu desempenho seria satisfatório. Ela descreveu o momento como marcado por muita vergonha e dúvidas, especialmente por sua pouca experiência com a atuação em televisão. Apesar de possuir uma certa familiaridade com a câmera, ela admitiu que a dinâmica do set era diferente da que estava acostumada, o que contribuiu para a ansiedade inicial. Contudo, Ana destacou que, ao final, tudo acabou dando certo, e ela conseguiu superar as dificuldades do começo.
A participação na novela representou um avanço significativo na trajetória profissional de Ana Castela, que, apesar de ter tido contato com o teatro na infância — participando de peças escolares — nunca tinha atuado em uma produção de televisão com tantas falas e uma personagem mais complexa. Para ela, a experiência foi um passo importante tanto como cantora quanto como atriz, ampliando seus horizontes na área artística.
Além de atuar, Ana também emprestou sua voz à abertura de “Coração Acelerado”, reforçando sua versatilidade artística. Sua participação na novela trouxe uma nova dimensão à sua carreira, que busca explorar diferentes aspectos do universo artístico, além do sertanejo.
A atuação na produção derivada do universo de “Coração Acelerado”, intitulada “Onde Está a Boiadeira?”, exigiu de Ana uma interpretação mais profunda e emocional. Ela precisou abandonar a postura de si mesma para atuar em cenas que demandavam maior intensidade de emoções, como transmitir medo e choro. Ana admitiu que esse aspecto do trabalho foi mais difícil do que simplesmente interpretar uma versão de si mesma, exigindo técnicas mais elaboradas de atuação.
Para facilitar sua adaptação ao ambiente dos estúdios, Ana contou com o apoio de colegas de elenco. Filipe Bragança e Isadora Cruz estiveram entre os atores que a ajudaram nos primeiros dias de gravação, oferecendo suporte e orientações. Mais recentemente, André Luiz Frambach também passou a auxiliá-la durante o processo de adaptação, contribuindo para que ela se sentisse mais confortável diante das câmeras e com o desenvolvimento de suas habilidades de atuação.
A experiência de Ana Castela na televisão revela uma fase de aprendizado e crescimento, marcada pela superação de inseguranças iniciais e pelo desenvolvimento de novas competências artísticas. Sua trajetória demonstra a busca por diversificação na carreira e o desejo de explorar diferentes áreas do talento artístico, consolidando-se como uma artista completa.








