O Teatro Marília, localizado na cidade de Belo Horizonte, recebe entre os dias 28 e 30 de agosto o espetáculo teatral intitulado “Agora sou eu que entardeço”, produzido pela Associação Cultural Cia da Farsa. A peça, que será apresentada em sessões às 20 horas na sexta-feira e no sábado, e às 19 horas no domingo, tem como foco principal discutir questões relacionadas ao envelhecimento, incluindo solidão e dinâmicas de relacionamento, por meio das histórias de três personagens distintos.
A montagem conta com uma narrativa que acompanha uma mulher que enfrenta uma separação após seu marido iniciar um relacionamento com uma pessoa mais jovem, um professor que recebe o diagnóstico de Alzheimer, e um homem gay de meia-idade que lida com o isolamento social. Essas três figuras, que são amigos, reúnem-se durante uma festa de aniversário, evento que serve como ponto de partida para a reflexão sobre suas experiências de vida, as mudanças provocadas pelo envelhecimento e as lembranças que emergem desse encontro.
A peça é resultado de uma dramaturgia construída de forma colaborativa, o que reforça o caráter participativo do processo criativo e busca oferecer uma abordagem sensível e realista das questões abordadas. A produção busca promover uma reflexão profunda sobre os efeitos do tempo nas relações humanas e na saúde mental, especialmente em um momento em que o envelhecimento é tema de crescente relevância na sociedade contemporânea.
Os ingressos para assistir à peça podem ser adquiridos pelo site Sympla ou na bilheteria do Teatro Marília, que funciona duas horas antes de cada sessão. A localização do teatro é na avenida Alfredo Balena, nº 586, no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte. A programação é considerada uma oportunidade para o público local refletir sobre temas universais que afetam diferentes faixas etárias, promovendo uma discussão sobre envelhecimento de forma sensível e artística.
Este evento faz parte da programação cultural da cidade, contribuindo para o debate sobre envelhecimento, saúde mental e relações humanas, além de valorizar o teatro como espaço de reflexão social. A montagem “Agora sou eu que entardeço” é uma iniciativa que busca ampliar o entendimento sobre as experiências de envelhecer, promovendo empatia e compreensão por parte do público, por meio de uma narrativa que combina elementos dramáticos e sociais.









