• BH 24 Horas
  • Contato
  • Home
  • Home 2
  • Home 3
  • Home 4
  • Home 5
  • Home 6
  • Política de privacidade
  • Política de privacidade 2
  • Últimas Notícias
  • WhatsApp
BH 24 Horas
Advertisement

BH 24 HORAS »

  • Últimas Notícias
  • Policial
    • Policial BH
    • Policial MG
  • Esportes
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Minas Gerais
  • NOVA SERTANEJA
  • Contato
Sem resultados
Ver todos
  • Últimas Notícias
  • Policial
    • Policial BH
    • Policial MG
  • Esportes
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Minas Gerais
  • NOVA SERTANEJA
  • Contato
Sem resultados
Ver todos
BH 24 Horas
Sem resultados
Ver todos
Home Ciência

Estudo com camundongos indica que abstinência de álcool pode aumentar risco de recaída devido a alterações cerebrais

24/08/2026
Em Ciência
Tempo de leitura:3 minutos de leitura
0
WhatsappTelegramFacebookTwitter

Pesquisadores da Universidade de Massachusetts revelaram que a abstinência de álcool, embora seja uma estratégia comum para melhorar a saúde de indivíduos com transtorno por uso de substâncias, pode, em certos casos, elevar a probabilidade de recaída. A investigação, conduzida com camundongos, aponta que alterações na atividade cerebral durante o período de abstinência podem gerar um aumento no desejo de consumir álcool, especialmente em indivíduos vulneráveis.

O estudo, liderado pelos professores Danny G. Winder e Marie Doyle, analisou o comportamento de camundongos que tiveram acesso voluntário ao álcool por um longo período, seguido de uma fase de abstinência forçada. Os resultados mostraram que um subgrupo desses animais desenvolveu resistência à aversão ao álcool amargo, ou seja, continuaram a ingerir a substância mesmo quando ela foi adulterada com quinina, uma substância amarga utilizada para desencorajar o consumo. Além disso, esses camundongos consumiram quantidades ainda maiores do álcool adulterado em comparação com aqueles que não passaram pelo período de abstinência, indicando que a abstinência pode gerar desafios físicos que favorecem a recaída.

A pesquisa também focalizou a atividade de células específicas no cérebro, particularmente no núcleo do leito da estria terminal, conhecido como BNST. Essa região cerebral, já associada a sintomas do transtorno por uso de álcool, como ansiedade e depressão, mostrou-se altamente ativa em camundongos abstinentes ao serem expostos ao ambiente onde o álcool anteriormente estava disponível. Os animais que desenvolveram preferência pelo álcool amargo apresentaram mais do que o dobro da atividade nessa área cerebral em comparação com os que não passaram por abstinência forçada. Curiosamente, essa atividade foi detectada mesmo antes de os camundongos terem acesso ao álcool, sugerindo que a análise do funcionamento do BNST poderia servir como um possível método de identificar indivíduos em maior risco de recaída.

A relevância do estudo é significativa, uma vez que o uso indevido de álcool constitui um dos principais desafios de saúde pública mundial. Nos Estados Unidos, por exemplo, as mortes relacionadas ao consumo de álcool em 2024 foram 4,5 vezes superiores às mortes atribuídas aos opioides, evidenciando a gravidade do problema. Apesar de existirem tratamentos aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) para o transtorno, a prevalência da condição continua alta, com mais de 80% da população adulta consumindo álcool em algum momento da vida e cerca de 10% desenvolvendo transtorno, o que equivale a aproximadamente 30 milhões de americanos que necessitam de assistência especializada.

Contudo, há dificuldades na identificação precoce de indivíduos mais vulneráveis, uma vez que os profissionais de saúde ainda enfrentam limitações na previsão de quem precisará de tratamento. Os números de diagnósticos de transtorno por uso de álcool têm crescido de forma consistente, quase dobrando desde 1999, reforçando a necessidade de desenvolver estratégias mais eficazes para detectar e prevenir recaídas.

Apesar dos avanços, ainda há lacunas no entendimento do papel exato do BNST no comportamento relacionado ao consumo de álcool. Não se sabe ao certo o que desencadeia o aumento de sua atividade ou quais populações específicas de células nesse núcleo cerebral estão envolvidas nesse processo. Obter essas respostas é fundamental para a identificação de novos alvos terapêuticos.

Como próximos passos, os pesquisadores utilizam ferramentas avançadas de neurociência para manipular a atividade de neurônios específicos no cérebro de camundongos, buscando compreender melhor o papel do BNST no consumo de álcool e na resistência à abstinência. Além disso, a colega Jennifer Blackford investiga a atividade dessa região cerebral em humanos, especialmente em pessoas que estão no início da abstinência, com o objetivo de verificar se os achados em animais podem ser aplicados à prática clínica. Caso resultados semelhantes sejam confirmados, o BNST poderá se tornar uma ferramenta de triagem para identificar indivíduos com maior risco de recaída, contribuindo para estratégias de intervenção mais eficazes.

Relacionado Posts

Ciência

Cachorro é resgatado após ficar preso em cano de drenagem em centro de doações nos EUA

Ciência

Aves brasileiras alcançam os maiores níveis de volume vocal já registrados, superando britadeiras e motosserras

Ciência

Experimentos com partículas quânticas revelam que a observação influencia o comportamento de fótons, levantando questões sobre a existência da realidade antes do ato de medir

Próximo

Gloria Pires comemora 63 anos e reflete sobre envelhecimento, carreira e vida pessoal

0 0 votos
Classificação do artigo
Inscrever-se
Acessar
Notificar de
guest

guest

0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado

Mais lidas

  • Prédio da Cidade Administrativa é evacuado após acionamento de alarme de incêndio

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Herdeira das Lojas Pernambucanas doa mansão avaliada em R$ 50 milhões a mulher que afirma ter vivido com ela por décadas

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Enquete de A Fazenda 18 aponta candidatos à eliminação na terceira berlinda

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Cartomantes fazem previsões sobre o segundo turno das eleições após resultados da primeira fase

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0
  • Enquete aponta Ariela como principal favorita na disputa de A Fazenda 18 após Prova do Fazendeiro

    0 compartilhamentos
    Compartilhar 0 Tweet 0

Últimas notícias

Datafolha aponta Celina Leão com vantagem de 19 pontos percentuais na corrida ao governo do Distrito Federal

Coreia do Sul realiza teste de arma hipersônica com tecnologia nacional

Governo Lula busca estratégia para acelerar votação de PEC que elimina escala 6×1 no Senado

Conflito em “A Fazenda 18”: Peoa revela ter quebrado acessórios de rival e segredo ameaça incendiar o reality

BH 24 Horas

Redes Sociais

Mapa do Site

  • Agência Minas
  • América
  • Amirt
  • Ao Vivo
  • Atlético
  • Belo Horizonte
  • Betim
  • Brasil
  • Ciência
  • Contagem
  • Cruzeiro
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Eventos
  • Fala doutor: Saúde em dia com Doutor Aratti
  • Futebol
  • Grande BH
  • Impulsionando pessoas
  • Interior de Minas
  • Internacional
  • Minas Gerais
  • Noticias
  • Nova Lima
  • Policial
  • Policial BH
  • Policial MG
  • Politica
  • Previsão do Tempo
  • Saúde
  • Secom
  • Seleção Brasileira
  • Séries e Filmes
  • Sertanejo
  • Trânsito

Recentes

Datafolha aponta Celina Leão com vantagem de 19 pontos percentuais na corrida ao governo do Distrito Federal

Coreia do Sul realiza teste de arma hipersônica com tecnologia nacional

  • BH 24 HORAS
  • Últimas Notícias
  • Policial
  • Esportes
  • Minas Gerais
  • Nova Sertaneja
  • Contato

© 2023 BH 24 Horas | Todos os direitos reservados.

WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
Sem resultados
Ver todos
  • BH 24 HORAS
  • Últimas Notícias
  • Policial
    • Policial BH
    • Policial MG
  • Esportes
  • Minas Gerais
  • Nova Sertaneja
  • Contato
wpDiscuz
0
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x
()
x
| Responder