Kelly Osbourne lamentou o último ano em que viveu sem o pai, Ozzy Osbourne. O astro do metal morreu em 22 de julho de 2025, aos 76 anos. A causa principal foi um infarto agudo do miocárdio e parada cardíaca, tendo a doença de Parkinson e a doença arterial coronariana listadas como causas conjuntas na certidão de óbito.
Na publicação feita na rede social Instagram, Kelly disse que não foi mais a mesma desde a morte do pai. Além disso, ela diz que sente falta de sua antiga versão, e que essa é uma dor ainda maior do que o luto pela morte de Ozzy.
“O que aprendi sobre o luto no último ano: eu não choro apenas pelo pai que perdi. Eu choro pela alma que eu era antes de a morte ensinar ao meu coração o seu próprio nome. Há um luto que rouba mais do que a pessoa que você ama. Ele rouba silenciosamente a luz do seu riso, a inocência da sua esperança, e a pessoa estranha em que você se torna é alguém com quem você passará uma vida inteira tentando se reconhecer. As pessoas acham que o luto é sentir falta de alguém que se foi, mas a dor mais profunda é acordar todos os dias desejando a versão de si mesmo que morreu junto com ele”, escreveu Kelly.
Kelly também falou sobre como a partida do pai a impactou. “Sinto falta de quem eu era antes de o meu pai morrer. Antes de o meu coração se tornar um lar para a ausência. Antes de cada memória se tornar tanto uma bênção quanto uma ferida. Algumas perdas não simplesmente quebram você. Elas dividem a sua vida em duas pessoas: aquela que você era antes, e aquela que ficou para trás. E talvez essa seja a verdade mais cruel do luto: não que a morte leve aqueles que amamos, mas que ela nos deixa vivendo como fantasmas das pessoas que costumávamos ser”, escreveu.
Kelly Osbourne passou por um severo quadro de depressão profunda após o falecimento de seu pai. Devido ao luto, ela relatou ter tido muita dificuldade para se alimentar, o que contribuiu para uma magreza extrema que chamou a atenção do público durante eventos no início de ano.







