A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) apresentou a primeira hipótese sobre a causa da morte de Caíque Verli, repórter da TV Gazeta, afiliada da Globo. O jornalista, de 33 anos, foi encontrado sem vida em seu apartamento, localizado em Vitória, na manhã de quinta-feira, 23 de novembro.
De acordo com informações da PCES, o caso foi registrado como um encontro de cadáver e está sendo investigado pelo Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP). A polícia aguarda os resultados dos exames que irão confirmar a causa exata da morte. Entretanto, preliminarmente, as investigações indicam que Caíque teria sofrido uma morte natural, conforme afirmações feitas pela instituição. A polícia enfatiza que apenas os laudos periciais poderão fornecer um esclarecimento definitivo sobre o ocorrido.
O corpo do repórter foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde foi submetido a uma necrópsia. Após os procedimentos, o corpo foi liberado para os familiares.
A TV Gazeta, em nota oficial, expressou seu profundo pesar pela morte do repórter. “É com profundo pesar que a Rede Gazeta comunica o falecimento do jornalista e repórter Caíque Verli. A família de Caíque já foi informada e está sendo acompanhada pela empresa em Minas Gerais, onde reside”, informou a emissora. A nota prosseguiu: “Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de profissão, a quem desejamos força e conforto. Caíque deixa um legado de dedicação e comprometimento com o jornalismo, e será lembrado com carinho e admiração por todos que tiveram o privilégio de conviver e trabalhar ao seu lado.”
Natural de Carangola, Minas Gerais, Caíque Verli formou-se em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Ele fez parte da 17ª turma do Curso de Residência da Rede Gazeta. Após concluir sua graduação em 2017, Caíque iniciou sua trajetória profissional na redação multimídia da Rede Gazeta, onde se destacou pelo seu trabalho. O repórter também teve passagens por outros veículos de comunicação, incluindo o site A Gazeta e a rádio CBN Vitória.
Nas redes sociais, Caíque compartilhava com seus mais de 10 mil seguidores não apenas seus trabalhos como repórter, mas também momentos do seu cotidiano, demonstrando seu compromisso com a profissão e sua conexão com o público. A repercussão de sua morte nas redes sociais e entre colegas de trabalho evidencia a importância de Caíque no cenário jornalístico capixaba e o impacto que sua partida deixou na comunidade.
A investigação sobre as circunstâncias da morte de Caíque Verli continua em andamento, com a expectativa de que os exames periciais ajudem a esclarecer os detalhes do caso.








