Uma casa foi invadida e teve cerca de R$ 150 mil em joias furtados no bairro Santa Lúcia, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (2/11). O autor do crime ainda não foi identificado pelas autoridades. O furto foi comunicado à Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) pelo proprietário do imóvel, um homem de 58 anos.
Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, o morador chegou à residência por volta das 15h45 e entrou normalmente pela garagem. Depois de sair do carro, ele percebeu que o cachorro da família não estava no quintal. A ausência do animal foi comentada com a esposa, que decidiu verificar se ele havia subido pelas escadas da casa.
Ao chegar à porta da cozinha que dá acesso à área externa do imóvel, a mulher encontrou sinais de violação. Conforme o relato feito aos militares, a porta estava arrombada e danificada, indicando que o invasor teria utilizado aquele ponto para entrar ou circular pela residência.
Após constatar o dano na porta, o proprietário verificou o interior da casa. Foi nesse momento que percebeu o desaparecimento das joias, avaliadas em aproximadamente R$ 150 mil. O boletim de ocorrência não informa a quantidade de peças levadas nem especifica quais tipos de joias foram furtados.
Portão e concertina não apresentavam danos
O morador também informou aos policiais que o portão de entrada da residência não apresentava sinais de arrombamento ou outros danos aparentes. A concertina instalada sobre o muro permanecia intacta, sem indícios de que tivesse sido cortada, rompida ou transposta de maneira visível.
Diante dessas condições, a vítima afirmou acreditar que o criminoso possa ter utilizado algum instrumento para abrir o portão, como uma micha, ou até mesmo um dispositivo eletrônico. A hipótese foi levantada porque, além da porta da cozinha, não havia sido identificado outro possível ponto de acesso ao imóvel.
A micha é um instrumento usado para manipular fechaduras, enquanto dispositivos eletrônicos podem ser empregados para interferir em mecanismos de abertura de portões. No entanto, o registro policial não confirma qual método foi utilizado pelo invasor. Até o momento, também não havia identificação do suspeito.
Polícia não encontrou câmeras próximas
Durante a verificação do local, os policiais procuraram câmeras de segurança que pudessem ter registrado a movimentação nas proximidades da residência. De acordo com o boletim de ocorrência, porém, não foram encontrados equipamentos de monitoramento direcionados para o imóvel ou para o local onde o crime ocorreu.
A ausência de câmeras próximas impediu, naquele momento, a obtenção de imagens que pudessem auxiliar na identificação do responsável pelo furto. O caso foi registrado pela PMMG, e o autor permanece desconhecido.









