A partir desta quinta-feira, dia 1º de novembro, a Estação Amazonas, localizada na Linha 2 do Metrô de Belo Horizonte, passa a operar de forma comercial, deixando para trás a fase de operação assistida e gratuita que vinha sendo realizada desde sua abertura. Com essa mudança, os usuários que embarcarem no terminal de segunda a sexta-feira, entre as 5h15 e as 23h, deverão pagar a tarifa vigente do sistema metroviário, atualmente fixada em R$ 6. A implementação dessa nova etapa, no entanto, ainda será parcial, uma vez que a estação permanecerá fechada aos sábados, domingos e feriados, período em que serão realizadas atividades de implantação de infraestrutura. A previsão do Metrô BH é que a operação comercial plena seja alcançada já no dia 1º de novembro, quando a estação passará a atender diariamente, incluindo finais de semana e feriados.
Até quarta-feira, dia 30 de outubro, os passageiros podiam utilizar a Estação Amazonas de forma gratuita e assistida, sem cobrança de tarifa, em uma fase de transição que visava garantir a adaptação ao novo sistema de operação comercial. A mudança para cobrança de passagens representa uma etapa importante na implantação definitiva da Linha 2, que começou a receber usuários em julho, com a abertura das estações Nova Suíça e Amazonas. A expansão do sistema metroviário faz parte de um projeto maior de ampliação que visa conectar o bairro Barreiro ao centro de Belo Horizonte, contribuindo para a melhoria da mobilidade urbana na região metropolitana.
A Linha 2 do Metrô de Belo Horizonte está em fase de expansão, com previsão de inauguração de novas estações ao longo do trecho. As obras das estações Nova Gameleira, Nova Cintra e Vista Alegre já tiveram início, e a entrega dessas unidades está prevista para o final de 2027. A conclusão de toda a extensão da linha, que terá aproximadamente 10,5 quilômetros de percurso e contará com sete novas estações, está prevista para março de 2028. A concessionária responsável pelo projeto informa que serão implantados cerca de 21 quilômetros de trilhos, considerando as duas vias necessárias para a circulação dos trens. O projeto de expansão visa ampliar em 46% a rede metroviária da Região Metropolitana de Belo Horizonte, conectando aproximadamente 90 bairros da cidade e região.
Essa expansão é considerada estratégica para o sistema de transporte coletivo da capital mineira, promovendo maior integração entre os bairros e facilitando o deslocamento de milhares de moradores. A nova fase de operação, com a cobrança de tarifas, marca um passo importante na consolidação do sistema metroviário na cidade, refletindo o avanço das obras e a preparação para a operação integral de toda a Linha 2.






