A ex-ministra do Reino Unido, Ann Widdecombe, foi brutalmente assassinada em sua residência, sendo atingida por 21 golpes de martelo na cabeça, conforme revelaram os promotores durante audiência no Tribunal de Magistrados de Westminster. O crime ocorreu no dia 8 de julho, enquanto a vítima almoçava em sua casa, segundo informações veiculadas pela BBC.
O principal suspeito do homicídio, identificado como Joshua Kerry, teria invadido a residência de Widdecombe pela porta da frente. De acordo com as autoridades, ele permaneceu no local por aproximadamente dois minutos e estava usando luvas pretas no momento da agressão. Após desferir os golpes que levaram à morte da ex-ministra, Kerry a derrubou de sua cadeira e, em seguida, roubou sua carteira antes de fugir em um veículo.
A descoberta do corpo de Ann Widdecombe ocorreu após sua ausência em uma entrevista online previamente agendada, o que gerou preocupação entre seus colaboradores. O assistente pessoal da ex-ministra pediu ao jardineiro da propriedade que verificasse seu estado. Ao chegar, o jardineiro encontrou Widdecombe sem vida na cozinha, apresentando um grave ferimento na cabeça.
Joshua Kerry foi formalmente acusado de homicídio na última segunda-feira, dia 20. Durante a audiência, ele não se declarou nem culpado nem inocente das acusações. O suspeito está agendado para comparecer novamente ao tribunal em outubro, e o julgamento foi programado para junho de 2027.
Até o momento, as autoridades ainda não divulgaram informações sobre a possível motivação por trás do crime. A investigação continua em andamento, e a comunidade local expressa choque e tristeza diante da violência que resultou na morte de uma figura pública respeitada e conhecida por seu trabalho político e social.
Ann Widdecombe, que ocupou cargos significativos no governo britânico, era uma personalidade notável na política do Reino Unido, tendo se destacado por suas posições firmes em diversos temas. Sua morte trágica levanta questões sobre a segurança e a violência que podem atingir figuras públicas, além de impactar a percepção da segurança nas comunidades.
As investigações prosseguem, e as autoridades estão em busca de mais evidências que possam esclarecer os motivos do crime e a relação entre o suspeito e a vítima. A sociedade aguarda respostas e justiça em um caso que chocou o país e deixou um legado de dúvidas sobre a segurança de indivíduos em suas próprias residências.









