Um homem de 67 anos foi encontrado morto na tarde de terça-feira (25) no presídio Inspetor José Martinho Drummond, localizado em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A descoberta ocorreu dentro de uma das celas da unidade prisional, onde o detento foi localizado caído no chão do banheiro, sem sinais vitais, o que levou à abertura de uma investigação para apurar as circunstâncias do óbito.
Segundo informações fornecidas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG), a equipe de policiais penais foi acionada para comparecer a uma das celas do presídio após a constatação do fato. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram o detento já sem vida e solicitaram o suporte da equipe médica do estabelecimento, que confirmou o óbito do homem. Ainda de acordo com a secretaria, a morte ocorreu na tarde do dia 25, e as circunstâncias específicas que levaram ao falecimento ainda estão sendo investigadas.
O homem havia sido admitido na unidade prisional em 22 de junho de 2026. Conforme informações oficiais, ele não possuía antecedentes criminais anteriores ao ingresso na penitenciária, ou seja, não tinha outras passagens pelo sistema prisional de Minas Gerais. A entrada na prisão ocorreu há pouco mais de três anos, o que indica que sua permanência na unidade foi relativamente recente. A ausência de registros anteriores reforça a hipótese de que ele era, até então, um detento sem histórico criminal anterior, o que torna o caso ainda mais relevante para as autoridades responsáveis pelo acompanhamento de presos.
A direção do presídio determinou a instauração de um procedimento interno para apurar as causas da morte de forma administrativa. Este procedimento visa garantir transparência e esclarecer possíveis fatores relacionados ao falecimento, seja por causas naturais ou por outras circunstâncias. Além disso, a Polícia Civil de Minas Gerais foi acionada para conduzir as investigações oficiais, com o objetivo de determinar as causas do óbito e verificar se houve alguma irregularidade ou eventual negligência.
Este caso chama atenção para a importância do monitoramento das condições de saúde dos presos e da investigação rigorosa de mortes ocorridas dentro de unidades prisionais, sobretudo em situações onde não há sinais evidentes de violência ou causas externas aparentes. A Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais afirmou que continuará acompanhando o andamento das apurações e que adotará todas as providências necessárias para esclarecer o ocorrido.
Este episódio ocorre em um momento de crescente atenção às condições do sistema prisional brasileiro, especialmente no que diz respeito ao bem-estar dos detentos e à transparência nas investigações de mortes dentro das unidades. As autoridades reforçam o compromisso de garantir a integridade física e os direitos dos presos, bem como de promover investigações completas e imparciais em casos como este.







