Os profissionais do Bloco Cirúrgico do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, aprovaram uma paralisação das atividades para esta sexta-feira (8). A categoria denuncia assédio moral, perseguições e condições precárias de trabalho na unidade.
Entre os relatos, uma profissional teria sido removida do posto e punida por insistir no cumprimento de protocolos técnicos. Outros funcionários afirmam sofrer ameaças e pressões para descumprir normas de segurança assistencial em favor de determinações médicas incompatíveis com as diretrizes vigentes.
O conflito se agravou no último dia 30 de abril, quando servidores apontaram uma postura intransigente da direção do hospital durante tentativas de diálogo. A categoria exige o fim do assédio moral, critérios objetivos nas avaliações de desempenho e o retorno da trabalhadora afastada às suas funções originais no Bloco Cirúrgico.
Até o momento, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) não se manifestou sobre a paralisação nem sobre as denúncias dos servidores.






