O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitou o viveiro de araras-canindé da Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República, em Brasília. O espaço passou por uma reforma e voltou a receber as aves neste ano. A visita foi registrada em um vídeo publicado neste domingo (1º) pela primeira-dama Janja da Silva.
Nas imagens, Lula aparece observando as araras dentro do recinto, que conta com árvores, poleiros e um pequeno curso d’água. Ao divulgar o vídeo, Janja descreveu o local como um “recinto de reabilitação”. A estrutura foi preparada para receber novamente os animais depois de permanecer fechada durante o período de obras.
O retorno das aves ao viveiro ocorreu meses antes da visita presidencial. Em junho, Janja havia anunciado a chegada de uma dupla de araras-canindé ao espaço reformado. Durante a realização das intervenções, os animais ficaram sob os cuidados do Zoológico de Brasília.
A reforma foi apresentada pela primeira-dama como uma medida necessária para recuperar as condições do recinto. Segundo Janja, quando o governo Lula assumiu, em 2023, o viveiro estava em “condições insalubres”. A intervenção permitiu a reorganização do espaço e a retomada de sua utilização para a permanência e a recuperação de animais silvestres.
Além das araras que já retornaram à Granja do Torto, a estrutura deverá receber outras aves encaminhadas por centros de triagem de animais silvestres. A proposta anunciada é que o local funcione não apenas como um espaço de abrigo, mas também como uma área voltada à preservação, à conservação e à recuperação da fauna.
Na ocasião em que comunicou a chegada da dupla de araras, Janja afirmou que a Granja do Torto passaria a ter uma atuação ampliada na proteção de animais silvestres. “Agora, a Granja é uma área de preservação, conservação e recuperação de animais silvestres. Eu tô muito feliz com isso”, declarou.
A visita de Lula ocorre, portanto, após a conclusão da reforma e a reabertura do viveiro para as aves. O recinto, com elementos como vegetação, poleiros e água corrente, voltou a integrar a estrutura da residência oficial como espaço destinado à reabilitação e à conservação de animais silvestres.






