A ex-primeira-dama e candidata ao Senado pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro, foi admitida nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, no hospital DF Star, localizado em Brasília, após apresentar um quadro de enxaqueca refratária. Segundo informações fornecidas pela própria unidade de saúde, ela permanece internada e ainda não há previsão de alta hospitalar.
De acordo com nota oficial emitida pelo hospital, Michelle Bolsonaro deu entrada na unidade nesta data devido a uma crise de enxaqueca que não respondeu ao tratamento clínico ambulatorial iniciado há aproximadamente dois meses. A nota reforça que ela está passando por um tratamento clínico especializado, o que indica a necessidade de cuidados mais intensivos e monitoramento contínuo, dada a persistência e a resistência da condição ao tratamento convencional.
Este episódio representa a segunda internação de Michelle Bolsonaro em menos de dois meses. A primeira ocorreu em agosto, quando ela foi encaminhada ao hospital para realizar uma série de exames após uma crise de enxaqueca severa. Na ocasião, ela passou por uma investigação médica detalhada, incluindo um procedimento de bloqueio anestésico de nervos cranianos, uma técnica utilizada para aliviar dores de cabeça intensas e refratárias.
A crise de saúde de Michelle Bolsonaro ocorreu em um momento de destaque na sua trajetória política. Ela foi confirmada como candidata ao Senado pelo Distrito Federal, uma disputa que ganhou relevância no cenário político local e nacional. Sua condição de saúde, portanto, atrai atenção não apenas pelo aspecto clínico, mas também pelo impacto que pode ter na sua campanha eleitoral, considerando a necessidade de acompanhamento médico contínuo.
A enxaqueca refratária, que caracteriza o quadro de Michelle, é uma condição que desafia o tratamento convencional, exigindo intervenções mais complexas e especializadas. Essa condição pode causar dores intensas e persistentes, impactando significativamente a qualidade de vida do paciente, além de demandar acompanhamento médico rigoroso.
A situação de Michelle Bolsonaro evidencia a complexidade do tratamento de enxaquecas severas e a importância de uma assistência médica especializada em casos refratários. Ainda não há previsão oficial de quando ela poderá receber alta, o que reforça a gravidade do quadro clínico.
Este episódio de saúde ocorre pouco mais de um mês após sua última internação, reforçando a persistência do problema de saúde. A atenção médica contínua demonstra a gravidade da condição de Michelle, que, além de suas atividades públicas, precisa de cuidados médicos constantes para gerenciar sua saúde.






