O repórter Caíque Verli, que atuava na TV Gazeta, foi encontrado sem vida em seu apartamento localizado em Vitória, Espírito Santo, na manhã desta quinta-feira, 23 de novembro. A Polícia Civil do estado iniciou uma investigação para apurar as causas da morte do jornalista.
Natural de Carangola, Minas Gerais, Caíque Verli formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Ele integrou a 17ª turma do Curso de Residência da Rede Gazeta, onde começou a desenvolver sua carreira profissional. Desde 2017, após concluir a graduação, Verli atuava na redação multimídia da Rede Gazeta, uma das principais afiliadas da Globo no Espírito Santo. Durante sua trajetória, também trabalhou no portal A Gazeta e na rádio CBN Vitória, consolidando-se como um profissional respeitado na área.
Caíque compartilhava seu cotidiano e seus trabalhos jornalísticos com seus mais de 10 mil seguidores nas redes sociais, onde costumava interagir com o público e mostrar os bastidores de sua profissão. O corpo do repórter foi descoberto por amigos que o visitaram e, ao não obterem resposta, acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A equipe de emergência constatou o óbito e comunicou a Polícia Civil, que deu início às investigações.
Em nota oficial, a TV Gazeta expressou seu profundo pesar pela morte de Caíque Verli. “É com profundo pesar que a Rede Gazeta comunica o falecimento do jornalista e repórter Caíque Verli. A família de Caíque já foi informada e está sendo acompanhada pela empresa em Minas Gerais, onde reside”, informou a emissora. A nota ainda enfatiza a solidariedade da instituição à família, amigos e colegas de profissão, ressaltando que Caíque deixa um legado de dedicação e comprometimento com o jornalismo. “Ele será lembrado com carinho e admiração por todos que tiveram o privilégio de conviver e trabalhar ao seu lado”, acrescentou a emissora.
As causas da morte de Caíque Verli estão sendo investigadas pela Polícia Civil do Espírito Santo, que registrou o caso como encontro de cadáver. O procedimento foi encaminhado ao Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), que aguarda os resultados dos exames realizados. Informações preliminares e as evidências coletadas no local onde o corpo foi encontrado sugerem que a morte pode ter ocorrido de maneira natural. No entanto, a confirmação da causa exata da morte dependerá dos laudos periciais.
O corpo do repórter foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) da Polícia Científica, onde passará por necropsia antes de ser liberado para os familiares. A TV Gazeta e a Polícia Civil informaram que detalhes sobre o velório e sepultamento serão divulgados em momento oportuno, à medida que as investigações avançam e mais informações se tornam disponíveis.









