A performance do Cruzeiro em seu primeiro jogo oficial após quase dois meses parado agradou o técnico Artur Jorge. O comandante celeste fez uma avaliação positiva da atuação da equipe na vitória sobre o Internacional por 2 a 1, na noite desta quarta-feira (22), pela 19ª rodada do Brasileirão. O nível de competitividade da equipe foi um dos pontos destacados pelo português.
O time celeste teve um primeiro tempo de dificuldades, principalmente com problemas na saída de bola. Mesmo assim, Artur exaltou a atuação da equipe e relembrou o longo período sem jogos oficiais, o que compromete o ritmo de jogo do time.
“Um jogo de muita seriedade, uma equipe que foi competitiva, que se pôs em vantagem merecidamente, sofreu quando também teve que sofrer, porque jogamos frente a uma boa equipe. Portanto, acho que foi um jogo bem jogado da nossa parte, tendo em conta aquilo que é o fato de virmos de uma longa parada para a Copa, onde só treinamos, e os jogos amistosos não servem exatamente mesmo para aquilo que é competição”, afirmou, na coletiva de imprensa no Beira-Rio.
Enquanto a etapa inicial foi de dificuldades, o segundo tempo teve maior domínio do Cruzeiro. Artur explicou que fez uma alteração tática e de posicionamento, exatamente para barrar as investidas do Internacional, que causaram complicações à equipe azul no primeiro tempo.
O ajuste que fizemos para a segunda metade foi mais um ajuste posicional de um dos nossos jogadores, para podermos corrigir aquilo onde estávamos a ser mais vulneráveis. Conseguimos corrigir, ainda mesmo no 11 contra 11. Depois do 11 contra 11 ficou, naturalmente, mais fácil. Creio que à exceção do gol, não há nenhuma oportunidade do adversário na segunda parte”, mencionou.
Artur também revelou ter reforçado com o time a importância de manter o foco. O comprometimento da equipe, argumentou, era imprescindível para segurar o resultado positivo na etapa final.
“Podemos ir pelos métodos técnicos ou táticos, mas também daquilo que é manter o foco, manter a equipe ligada, não quebrar a equipe era muito importante. Eu sei que era natural que pudesse acontecer e, portanto, foi importante apelar a esse foco interno para que todos aqueles que estavam dentro de campo pudessem não deixar que a equipe quebrasse, ou seja, torná-la muito extensa, quer no momento ofensivo ou ofensivo”, explicou.









